Os vídeos e músicas postados neste espaço podem não ser visualizados em versões mais recentes do Internet Explorer, sugiro a utilização do Google Crome, mais leve e rápido, podendo ser baixadoaqui.
Desde novembro que não tínhamos em São Paulo uma boa exposição de fotografias como esta da Caixa Cultural, de um fotografo romeno que vive no Brasil desde 2000, registra o cotidiano dos pescadores do Nordeste do Brasil.
Com fotos em branco e preto, simula a estética dos documentaristas dos anos 40/50, que trouxeram para as cidades, através das revistas O Cruzeiro e Manchete, toda a realidade daquelas paragens.
A idéia não é nem um pouco original, pois até Orson Welles iniciou um filme em 1942 que contaria a história de quatro pescadores que deixaram Fortaleza e chegaram ao Rio de Janeiro após sessenta e um dias sem o auxílio de instrumentos de navegação ou cartas náuticas. O filme nunca chegou a ser terminado, por motivos diversos, explicados no link acima, e tinha o título "It's All True", que veio a dar nome ao Festival Internacional de Documentários, de Almir Labaki, que terá sua edição de 2012 de 22 de março a 1 de abril em São Paulo e no Rio de Janeiro.
Mas é um grande passeio para que gosta de fotografia e principalmente as em preto-e-branco, que nos põe a refletir sobre diversos temas.
Suite dos Pescadores - Dorival Caymmi com abertura de Vinicius de Moraes e Quarteto em Cy
Abaixo das fotos o "press-release", fornecidos pela assessoria de imprensa da Caixa Cultural.
TERRA
E MAR NA CAIXA CULTURAL SÃO PAULO
Mostra
itinerante resgata a cultura das comunidades litorâneas do nordeste do país a
partir da visão do fotógrafo búlgaro Roumen
Koynov
A CAIXA Cultural São
Paulo (Sé) apresenta, a partir deste sábado (10), às 11h, a exposição “Minha
Terra é o Mar”, do fotógrafo Roumen Koynov, composta por 50 imagens fotográficas
ampliadas, acompanhadas de recursos multimídia e testemunhos da influência do
mar no modo de vida das comunidades cearenses, pernambucanas e baianas. Com
produção da Manifesta Arte e Cultura e patrocínio da Caixa Econômica Federal, a
exposição permanece até 6 de maio, com entrada
franca.
Com curadoria de
Soraya Vanini, o objetivo da mostra é apresentar a cultura do homem litorâneo do
nordeste brasileiro, resultado da miscigenação das etnias indígena, negra e
branca; e articular seu legado, fruto da estreita relação com o mar, à formação
do ethos do homem
brasileiro.
Como exercício
estético, o fotógrafo apresenta, em
São Paulo, uma instalação inédita, mediando
novos encontros contemplativos com o público, com a projeção de fotos em uma
vela de jangada no hall de entrada do CAIXA
Cultural.
Sobre
Roumen Koynov:
O fotógrafo nasceu na
Bulgária, em 1964. Depois de terminar seus estudos na área de Engenharia de
Instrumentos Óticos, na Universidade Técnica de Sofia, mudou-se para Plovdiv,
centro cultural do país, onde começou a se destacar como fotógrafo profissional.
Nos anos 1990, trabalhou como fotógrafo para inúmeras agências e instituições
culturais, nos países europeus.
Em 2000, mudou-se para
o Brasil e radicou-se em Manaus, passando a registrar as paisagens da Amazônia
brasileira. Aqui, sua obra participou de inúmeras bienais, exposições
individuais e coletivas, com destaque para o trabalho “Waterland – Images from
Amazon”, exposição individual realizada na Alemanha, Bulgária, França e
Brasil.
Em 2007 começou sua
pesquisa junto às comunidades litorâneas do nordeste, com o registro de mais de
30 comunidades. Paralelo aos trabalhos de pesquisa de campo, Roumen atua como
fotógrafo para diversas revistas e instituições culturais, nacionais e
internacionais.
Serviço:
Exposição
Minha Terra é o Mar
Abertura
para convidados e imprensa: 10
de março de 2012 (sábado) às 11h
Visitação: de 10 de março a 6 de
maio de 2012
Horário
de visitação: de terça-feira a
domingo, das 9h às 21h
Local: CAIXA Cultural São
Paulo (Sé) – Praça da Sé, 111 – Centro – São Paulo
(SP)
Informações,
agendamento de visitas mediadas e translado (ônibus) para escolas
públicas: (11)
3321-4400
Esta mostra apresenta desenhos em pastel em preto e branco, com a característica da solidão. Não há uma única figura humana ou animal nas cenas.
A amplitude dos espaços retratados, campos, estradas rurais, auto-estradas, pistas esportivas ou de aeroportos, transmitem uma angustia que num paradoxo pode até ser considerada claustrofóbica, pois a imensidão solitária pode ser sentida como um casulo.
Um belo passeio, que te transcende ao mundo da neblina, provocando algumas reflexões.
O catálogo da mostra é mais uma magnifica publicação da Caixa Cultural.
Abaixo das imagens, o "press-release", fornecidos pela assessoria de imprensa do evento.
Solidão - Nana Caymmi
CAIXA
CULTURAL SP APRESENTA A MOSTRA NATUREZA IMPERMANENTE
Da série Do Infinito,
o artista Kilian Glasner traz obras em diferentes perspectivas que podem ser
admiradas isoladamente ou em conjunto.
A CAIXA Cultural
SP inaugura no dia 13 de março de 2012 a exposição Natureza Impermanente, composta por obras
do artista plástico pernambucano Kilian Glasner. Da série Do Infinito, a mostra traz 40 desenhos em
preto e branco, todos em grandes formatos horizontais, medindo aproximadamente
100 x 200
cm cada. Cada desenho é criado a partir de elementos
colhidos de fotografias tomadas em diversos lugares. Kilian Glasner sobrepõe
paisagens, insere elementos e cria novas perspectivas, por vezes realistas, por
vezes fantásticas, em novos universos que podem ser vistos isoladamente ou em
conjunto.
A entrada é gratuita e
conta com o patrocínio da Caixa Econômica Federal.
Em seu trabalho
anterior, o artista desenhou sobre as paredes de uma casa abandonada e em
seguida quebrou as paredes, em uma performance com características de demolição
planejada, quebrando ilusões passadas e futuras, colocando o espectador no tempo
presente. Nesse novo trabalho, as ilusões são questionadas de uma outra forma.
Já no processo de
criação de Natureza Impermanente,
as fotografias são quebradas, corrompidas e elementos das paisagens fotografadas
são desmembrados e em seguida reconjugados e deslocados para o papel, compondo
uma nova imagem, desenhada com técnica realista usando pastel seco e borracha.
A partir das obras
isoladas, o artista finaliza a idéia agrupando todos os desenhos em uma só sala,
combinando as perspectivas, criando uma espécie de labirinto levando o
espectador a um universo de infinitas possibilidades. Nesta mostra, o espectador
é surpreendido desde o impacto visual da instalação formada pela aglomeração de
grandes desenhos até perceber de perto os detalhes milimétricos de cada trabalho
e assim mergulhar na leitura dos quadros individualmente e da instalação como um
todo.
A repetição das
perspectivas provocam que todos os caminhos representados tem origem ou fim no
centro da sala, fazendo o visitante valorizar o seu ponto de vista, o seu “aqui
e agora”, e descobrir a sua maneira a estrutura do trabalho. O que
verdadeiramente vemos é uma paisagem inventada, composta por detalhes de tantas
outras paisagens reais. Ao deslocar e recompor os espaços, identificamos que
características fisicamente divergentes e contraditórias se transformam em
complementares e contrariando leis existenciais passam a ocupar um mesmo espaço
nos surpreendendo a cada olhar.
Além de trazer as
obras, a grande maioria inédita em mostras ao público no Brasil, a exposição
será em si uma instalação. O conjunto dos desenhos em um só espaço atinge o
olhar do espectador com as belas e delicadas formas da natureza junto com
arrojadas e dinâmicas formas criadas pelo homem. Trabalhando em conjunto com a
curadoria, o artista plástico irá “redesenhar” as obras nas paredes da
exposição, formando um mosaico em que cada obra será complemento da próxima e,
apesar de constituir uma peça única, ganhará força como uma nova obra
(desenho-instalação) em conjunto.
A mostra tem curadoria
do jornalista e crítico de arteJulio Cavani, que
trabalha atualmente no Diario de Pernambuco. Para Cavani, “as imagens
direcionam o olhar para ‘pontos de fuga’ posicionados nos horizontes. Como está
sugerido no título do projeto, porém, esse destino tem como eixo a impermanência
dos objetivos humanos, a inexistência do futuro ou o fato de que o presente,
livre das amarras do passado. Ideais dos indivíduos, como a felicidade,
estariam neles mesmos, e não em algum ponto distante no tempo ou no espaço. O
itinerário da viagem começa dentro da própria
mente”.
Sobre Kilian Glasner
Nascido em Recife em
1978, o jovem artista Kilian Glasner fez graduação e mestrado na Escola Nacional
Superior de Belas Artes em Paris.
Começou a participar de exposições coletivas
no final dos anos 90, tendo sido selecionado no Rumos Visuais do Instituto Itaú
Cultural (2009), Territórios Transitórios (França e Holanda), e várias edições
do Spa das Artes, no Recife. Fez sua primeira individual já em 2000, na Galeria
Vicente do Rego Monteiro, da Fundação Joaquim Nabuco (Recife). Seguiram-se a
esta as exposições “Silêncio!” (2001 - Galeria Dumaresq, Recife); "Refletion"
(2007, Galerie Droite, ENSBA. Paris, França); "humano" (2008, Galeria Mariana
Moura. Recife); e uma individual retrospectiva no Instituto Cultural Banco Real
(2009, Galeria Marcantonio Vilaça. Recife). O artista foi contemplado em 2010
com um prêmio no concurso “Próximo Futuro”, programa de cultura contemporânea da
Fundação Calouste Gulbenkian, a mais importante instituição de apoio às artes
plásticas de Portugal.
O artista é um dos
nomes mais promissores da nova safra de artistas plásticos pernambucanos,
integrando a cena artística do Recife. Já teve exposições individuais no
Nordeste brasileiro e na Europa (Portugal, França, Itália e Holanda) e tem
expostas em importantes instituições como a Calouste Gulbenkian de Lisboa. Esta
será sua primeira exposição individual no sudeste brasileiro.
SERVIÇO:
Exposição
Natureza Impermanente
Abertura
para convidados e imprensa: dia 13 de março de 2012, às
19h30min
Datas: 14 de março a
22 de abril de 2012
Horário de
visitação: terça-feira a sábado, das 9h às 21h e domingos e feriados
das 10h as 21h.
Local: CAIXA
CULTURAL São Paulo (Paulista) - Conjunto Nacional - Av. Paulista, 2083 -
Cerqueira César, São Paulo (SP) - Metro Consolação
Informações,
agendamento de visitas mediadas e translado (ônibus) para escolas
públicas: (11) 3321-4400
Se essa é uma declaração de amor a São Paulo, o curador dever ter sérios problemas afetivos-emocionais.
Uma exposição pequena para um salão grandioso. Penso que houve, ou uma super valorização da mostra, ou uma sub valorização do espaço.
Com obras dispersas, quase jogadas ao acaso, com uma disposição desconexa, deixa as obras perdidas na imensidão. Espero que isso não seja uma metáfora com o tamanho da cidade, já que São Paulo tem uma imensidão condensada.
Apresenta trabalhos em diversos suportes que tentam um ponto em comum, a cidade, como grafite, vídeo-arte, depoimentos, instalações e maquetes.
As vídeo-instalações deveriam ter salas especiais, pois os sons, ou cacofonia que emanam de cada uma, quando misturadas, causam um enorme desconforto, não nos permitindo aprecia-las, fazendo que tenhamos a vontade de deixar esse espaço o mais rápido possível.
Uma pena, essa está fadada a ser logo esquecida.
Apesar da gentileza e atenção da assessoria de imprensa do evento, só me foi fornecida a imagem abaixo, junto com o "press-release", penso que até em função da falta de interesse ou experiência dos curadores.
P.S.: O que tem a ver com São Paulo uma foto tirada aos pés da Torre Eiffel?
...Tem uma cidade - Rita Lee
“SÃO PAULO MON AMOUR - SPMA”
Depois
de uma primeira edição em Paris, exposição coletiva que reúne fotografia,
vídeo-arte e intervenções urbanas apresenta a vida contemporânea na metrópole.
Depois de surpreender o público
parisiense em 2009 com o cartaz da nudez de Alessandra Cestac pelas escadarias
de Montmartre e destacar o olhar de Gal Oppido entre outros incríveis artistas na
Maison des Metallos em Belleville, a exposição São Paulo Mon Amour – SPMA toma
lugar na cidade que a motivou.
Desta vez, acontece no MuBE (Museu Brasileiro da Escultura) uma
exposição coletiva sobre a produção artística presente e inspirada pela
metrópole de São Paulo, apresentando um cruzamento entre olhares de brasileiros
e franceses para revelar o suporte cultural da cidade que os agrega. Ela
acontecerá entre os dias 13 de março e 01
de abril.
Nesta edição serão 8 artistas:
Alessandra Cestac, Breno Rodrigues, Caecilia Tripp, Djan Ivson, Gal Oppido,
Paulo Ito, Rogério Canella, Xavier Faltot.
Além de parte das obras da exposição
em Paris que inclui a vídeo-arte de Xavier Faltot e de Caecilia Tripp, e as
fotografias da construção da linha 4 do Metrô de Rogério Canella, estarão
expostos trabalhos fruto da residência artística em Montmartre, com ensaios concebidos
entre Gal Oppido e a Alessandra Cestac. Haverá também obras de novos artistas
brasileiros, com Djan Ivson abordando a pixação, Paulo Ito, cujo traço virtuoso remete à Egon Schiele, com um
painel de 20 metros, e Breno Rodriguez com uma instalação que explora a Arquitetura
Moderna.
Os assuntos que atravessam as
obras são o vazio e a multidão, onde a solidão permeia a carência afetiva no
hedonismo, a experiência cosmopolita que conduz à subjetividade do indiferente,
e o deslumbramento apaixonado de todo aquele que se lança na metrópole com o
espírito da aventura e da sorte.
Esta curadoria condensa a
trajetória de Sérgio Franco, sociólogo, pesquisador de arte urbana, que teve
nesta exposição um desdobramento de sua pesquisa acadêmica realizada na FAU-USP. Ele desenvolve seu trabalho como instrumento de união cultural
entre a periferia e o centro, e neste momento realiza a co-curadoria da pixação
na Bienal de Berlin 2012.
• ARTISTAS
Alessandra Cestac(Residência
em Paris) é paulistana filha de argentinos, artista como o seu pai, atua
com toda sorte de suportes. Sua obra almeja restituir a autonomia do feminino
diante o olhar masculino, para tanto coordena o fotógrafo e tenta não se portar
simplesmente como modelo, sempre submissa ao olhar do homem, soberano na
sexualização do corpo da mulher. Trabalhando com a fotografia realizou
intervenções urbanas onde coloca a delicadeza de seu corpo nu sobre a
brutalidade do concreto, e além do que vemos pela cidade, na SPMA criou a
instalação do quarto que condensa a solidão contemporânea.
No MuBE ela apresentara os
ensaios da nudez nos ícones de Paris: Louvre, Torre Eiffel, numa sintonia com
uma bailarina clássica no Café Bar 11 em Belleville, nas ruas de Pigalle. O
erotismo destas imagens trabalha com a espontaneidade cotidiana do corpo em
ambiente clássico, dos movimentos precisos, delicados e rígidos de uma
bailarina com a sedução de seu olhar, de seus gestos, de sua paixão pelo
enredamento dos corpos.
Gal Oppido (Residência em Paris) é arquiteto, fotógrafo,
músico e multi-artista. Autor de livros sobre a arquitetura e o urbanismo de
São Paulo e presente nas coleções Pirelli no Masp, entre outras. Na SPMA explora
a escala do macro e do micro da metrópole moderna em fotografias.
Suas obras na SPMA serão o fruto
da residência dos artistas em Montmartre em parceria com Alessandra Cestac,
revelados em ensaios fotográficos ocorridos durante tal estada.
Agora não foram para Paris
absorver as tendências do estrangeiro, chegaram para irradiar comportamentos,
desconstruir o clássico numa representação contemporânea do cotidiano da
cidade. Foi a experiência do artista brasileiro na ocupação do espaço, como um
vórtice sugando tudo ao seu redor. Os ensaios produzidos estiveram nos ícones
da cidade, na Torre Eiffel, no Louvre, num café em Belleville, nas ruas de
Pigalle, nas catacombes que esconderam Marat e trouxeram suas pragas na pele.
Partindo deste principio a
exposição é uma critica à antropofogia de Oswald de Andrade, numa nova forma de
reunir o nacional com o estrangeiro, entendendo ainda, que a antropofagia
vislumbrada por ele com a referência dos nossos índios tupinambás é um tremendo
engano, pois o canibalismo ali era um ritual para envolver a todos num ciclo de
vingança entre as tribos guerreiras.
Breno Rodriguez dedica-se à criação artística desde 2007.
Arquiteto de formação, o artista leva ao campo da arte procedimentos e
materiais empregados em sua atividade anterior, desenvolvendo projetos que
exploram os limites entre Arte e Arquitetura.
Neste trabalho, o artista ocupa
a galeria embaixo da clarabóia do MuBE, trazendo o elemento escultórico da luz
para dentro do museu. Busca também instigar o público a prestar atenção ao sol
e à todas as suas atribuições numa cidade que, apesar de bastante
verticalizada, pouco olha para cima e percebe a luz natural.
Caecilia Tripp é artista nascida em Frankfurt que trabalha
e reside em Paris. Realizou exposições em varias cidades da Europa e Estados
Unidos (New Orleans, New York, Berlin, Moscou, Genebra, Amsterdam e Bruxelas)
explorando toda sorte de suportes da imagem, na SPMA ela apresenta a
solidariedade orgânica da periferia na video-arte Mad Dog.
Djan Ivson é vídeo artista, pixador
e idealizador dos ataques recentes realizados nas últimas Bienais de São Paulo
mobilizando grande polêmica na mídia.
Tais
proezas promoveram sua inserção em exposições marco como a “Né dans la Rue” na
Fundação Cartier (Paris 2009), e mais recentemente no convite para participar
da 7ª Bienal de Berlin, que acontece este ano com o desafio de atingir
criticamente o próprio sistema das Bienais pelo mundo.
No MuBE
ele apresentara o vídeo que acompanhou todo o processo da intervenção na obra
Bandeira Branca de Nuno Ramos na 29ª Bienal de 2010. Nela realiza uma cobrança
de coerência conceitual com os pressupostos que inauguram a instalação: a
desmaterialização do objeto artístico, a assimilação de outra obra como suporte
para sua criação e a declaração de Duchamp de que “o livre arbítrio de todo e
qualquer artista determinava se uma obra era em si uma obra de arte, ou não”. O
Pixo é arte em contexto, processual, que requisitou uma exigência de
correspondência entre o discurso e as práticas artísticas quando atacou a
“Bandeira Branca”.
Paulo Ito é paulistano, formado em Artes Visuais pela
Unicamp, e pintor com intervenções urbanas por toda cidade, famoso pelo desenho
de corpos deslumbrantes inspirados em Egon Schiele, e por criar trabalhos com
os olhos vendados, onde a expressão possui conexões diretas com as camadas mais
profundas da subjetividade.
Sua obra na exposição é um grande
painel com a técnica da pintura cega, trazendo de memória as expressões que sua
mão assimilou da experiência com a cidade.
Rogério Canella é fotógrafo formado pela FAAP, e iniciou seu
trabalho no ano de 1998 registrando objetos obsoletos e locais em
transformação. Sua obra é a manifestação contundente da velocidade
vertiginosa de destruição e reconstrução da paisagem urbana. Na SPMA apresenta
os subterrâneos da construção do Metrô da linha 4, num empreendimento hercúleo
que perfura a alma da cidade e revela a solidão deste bastidor sem platéia.
Xavier Faltot é francês, um artista mutante, utilizando-se
de múltiplos suportes midiáticos para se expressar, criador de programas de
rádio em que monta o Studio “La Controverse” nas ruas, e na SPMA realizou a
vídeo-arte que sintetiza a reunião deste grupo de artistas.
No MuBE ele reapresentara sua
vídeo-arte, onde todos os artistas da primeira edição de 2009 escolhem um lugar
significativo de São Paulo para abarcar sua diversidade espacial e histórica e
são filmados para a composição das imagens e das palavras que traduzem a
experiência nesta cidade.
• FICHA TÉCNICA
Gestão cultural: Doble
Cultura+Social.
Produção: Agenda Projetos
Culturais
Patrocínio: Biolab
Farmacêutica | Apoio: Etnies.
• SERVIÇO
Exposição “São Paulo
MonAmour”
De: 13/03 a 03/04
Horário de funcionamento:
Terça a domingo das 10:00 às 19:00 hrs.| Entrada
Franca
Local: MuBE (Museu
Brasileiro da Escultura) | Avenida Europa, 218 – Jardim Europa - São Paulo / SP
Telefone: [11] 2594-2601
Informações
para Imprensa
Alfredo Cesar de Souza – alfredo@sacomunicacao.com
Montagens, ou seriam "colagens", que apresentam uma delicadeza raras vezes vistas em outros artistas que se utilizam desta técnica.
As instalações, diferentes de várias que tenho visto, conseguiram transmitir uma emoção positiva, instigando a visão em contemplá-las.
Os quadros, que também são esculturas, são bastante atraentes e merecem estar nas paredes dos museus. Percebi neles uma inspiração no concretismo e no neo-concretismo, depois confirmada em conversa com a curadora, que me informou que a artista vem da escola do construtivismo.
As obras monumentais, digamos assim, foram todas previstas em maquetes, antevendo o impacto que teriam quando realizadas, isso talvez em função da formação de arquiteta da artista.
A peça "Solidão" me agradou bastante, é uma arte geométrica e cinética de efeito impressionante.
Há uma peça de especial beleza, "Desvio Concreto", que apresenta um surpreendente detalhe, que deveria estar melhor exibido, com outra iluminação.
As obras de Anna Paola trazem uma alegria, mesmo que às vezes com um toque de melancolia, que está em falta nas artes plásticas brasileiras ultimamente.
Leve - Ney Matogrosso
Abaixo das imagens, o "press-release", fornecidos pela assessoria de imprensa do MuBE.
Comemorando a 10ª exposição individual, a artista plástica
carioca exibe obras
pela primeira vez em São Paulo
O MuBE – Museu Brasileiro da Escultura – apresenta, de 07de março a 01 de abril, das
10h às 19h, a exposição “Insustentável
Leveza” da arquiteta e artista plástica Anna Paola Protasio, nas salas
Pinacoteca, Burle Mark e na área externa do museu. (Vernissage dia 06 de março).
Depois de nove exposições
individuais e três coletivas em diferentes estados, Anna Paola Protasio chega a
São Paulo pela primeira vez com a exposição “Insustentável Leveza”, que apresenta 30 obras com 10 esculturas
inéditas. Na mostra há também instalações,
maquetes e objetos.
Nas mãos de Anna Paola
Protasio, fios de cobre e náilon, gaiolas e câmeras, cones, aço e concreto se
tornam base para grandes trabalhos de um universo peculiar e diversificado da
artista.
‘’Arquiteta de formação,
transparece em sua obra a herança construtiva da arte. Entretanto, a artista
introduz, na abstração e rigor da geometria, elementos sensíveis que vêm
perturbar a rigidez das estruturas e a vontade de ordem e de universalidade da
tradição construtiva. Muitos de seus trabalhos são erigidos com objetos
saqueados do cotidiano e esvaziados de sua função utilitária. Deslocados para o
universo da arte, tais objetos repetidos e reestruturados (como escadas e
cones) ou unitários (como torres e cones de tricô), agigantados ou diminutos,
pesados ou frágeis, compõem um repertório poético visual de sonhos e dores,
ficções e memórias, solidões e temores. Revelam, enfim, entre o cálculo
estrutural e o inesperado dos afetos, a insustentável leveza dos dias e dos
seres”, esclarece Marisa Flórido curadora de exposição.
Sobre Anna Paola Protasio
A artista plástica, Anna
Paola Protasio trabalhou vinte anos com arquitetura, design de móveis e
cenários de teatro. Em 2006, desvia o caminho para as artes plásticas. Como a
artista mesma explica "O caminho entre a arquitetura e as artes visuais
foi muito natural, desenhava móveis que foram ficando cada vez mais
esculturais. O meu trabalho tem se dividido entre diferentes linguagens, o
canal que escolho para traduzir o que quero mostrar naquele momento depende de
qual meio traduzirá melhor meus sentimentos e questionamentos. Tento me
desafiar a todo instante. Uma pessoa que tem me ajudado a balizar meu trabalho
é minha curadora e amiga Marisa Florido, que tem grande sensibilidade".
Com especializações em
desenho, história da arte e arquitetura, em Oxford, na Inglaterra e Boston, nos
EUA; Anna Paola também colocou seu traço em mesas, cadeiras... que estão
espalhados pelo país. Nestes últimos cinco anos apresentou individualmente em
museus e centros culturais do Rio de Janeiro como Museu Nacional de Belas
Artes, Casa França Brasil e Centro Cultural dos Correios, além dos Sescs das
cidades de Bauru, São José do Rio Preto, São José dos Campos e Ribeirão Preto.
Há ainda, coletivas como 27º Salão de Artes Anuário Embu das Artes - onde ficou
em 3º lugar na categoria outras linguagens
(instalação, vídeo, fotografia e performance) – 2010 e a exposição A nova
Escultura Brasileira que aconteceu no Rio de Janeiro em janeiro de 2012.
Sobre o MuBE
O Museu
Brasileiro da Escultura (MuBE) desenvolve extensa e diversificada
programação cultural, com exposições, cursos, seminários, palestras, recitais
de piano, cinema e teatro. São realizadas, em média, vinte e cinco exposições/ano,
abrindo espaço para novos talentos, além de apresentar mostras de artistas
renomados, nacionais e internacionais.
O Museu recebe, aproximadamente, 150.000 visitantes
por ano. As exposições contam com visitas educativas para crianças, estudantes,
grupos de terceira idade e público em geral.
O MuBE conta com apoio institucional de 3M, Stella
Artois, Kettel One e BMW, viabilizado via ProAC / Governo do Estado de São
Paulo.
Camisetas MuBE e Armazém
O MuBE em parceria com a grife de roupas Armazém,
lançou recentemente camisetas ilustradas pelo artista Felipe Yung (Flip), para
arrecadar fundos em prol dos Projetos Sociais e Culturais desenvolvidos pela
instituição. Entre as realizações estão atividades com crianças e adolescentes
carentes, festival de cinema independente e melhorias para a preservação do
museu. Adquira já a sua: www.modaarmazem.com.br
ou www.mube.art.br
Serviço:
Exposição - “Insustentável Leveza”
Diretora de
Relações Internacionais e Responsável Técnica do MuBE – Renata Junqueira de
Azevedo Silva
Quando: 06 de março a 01 de abril
Horário de
funcionamento: Terça a domingo das 10:00 as 19:00 hrs.
Local: MuBE – Museu Brasileiro da
Escultura - nas salas Pinacotecas, Burle Mark e na área externa do museu.
Endereço – Av. Europa, 218. Jardim
Europa
Informações – (11) – 2594-2601
Entrada franca
www.mube.art.br
O MuBE possui acesso para
pessoas com necessidades especiais, restaurante e ar-condicionado.
Informações para Imprensa
Alfredo Cesar de Souza – alfredo@sacomunicacao.com
Estamos acompanhando o Festival comemorativo dos 20 anos da Companhia Circo e Teatro Musical Furufunfum que está sendo apresentado no Teatro Alfa, e ontem assistimos ao espetáculo O Flautista de Hamelim.
Obrigado Paula e Marcelo por não caírem na cova rasa do politicamente correto, mantendo toda a história em seu estado original, sem diminuí-la ou alterar seu final, mantendo pura a sua mensagem. Diferente de outro espetáculo que vimos no sábado, baseado numa peça sinfônica, extremamente resumido e até, heresia, com a introdução de um trecho de Rapsody in Blue durante a trama.
Um lindo e sensível espetáculo que com o acréscimo das músicas compostas pela dupla eleva-o a um patamar superior do teatro infanto-juvenil brasileiro. O cenário e os figurinos também não ficam atrás completando a toda a magia.
Não consegui uma canção do espetáculo, portanto escolhi uma música de um mágico da flauta.
Essa é a obra prima de Astor Piazzolla, e também sua peça mais conhecida.
Um clássico da música universal que considero uma sinfonia que possui todos os elementos necessários a classificá-la como erudita.
Feita em homenagem a seu pai em 1959, logo após sua morte, é carregada de emoção, que me faz arrepiar a cada vez que a ouço.
Ao mesmo tempo em que destila certa tristeza, também é uma exaltação à vida de seu pai, é terna e empolgante.
Nesta apresentação de 1985, com o maestro em grande forma, o pianista, na introdução, se permitiu alguns improvisos, que tiram um pouco do impacto e da surpresa do que esta por vir. Na sequencia, conforme minha lembrança, eles se atêm à partitura nesta brilhante interpretação.
Arnaldo é um dos mais inquietos artistas da música e literatura brasileiras, com uma ampla produção de uma qualidade incomparável. Desde dos tempos dos Titãs até hoje na carreira solo, que não é tão solo assim, pois às vezes tem algumas parcerias memoráveis, é referência no universo das artes brasileiras.
Essa música, de 1996, ainda guarda seu frescor, parecendo ter sido feita hoje, pois sua letra e arranjo não parecem datados, usando de temas antagônicos com muito bom humor para mostrar seu inconformismo perante uma situação de desencontro.
É divertido neste filme identificar os "figurões" que fazem uma ponta, demonstrando o prestígio de Arnaldo perante seus pares.
Pode ser loucura, pode ser razão Pode ser sim, pode ser não Pode ser maria, pode ser joão Pode ser carro, pode ser avião Pode ser saúde, pode ser educação Pode ser porta, pode ser portão Pode ser amor, pode ser prisão Pode ser drama, pode ser pastelão Pode ser laranja, pode ser limão Pode ser bíblia, pode ser alcorão Pode ser inverno, pode ser verão Pode ser pé, pode ser mão Pode ser nevoeiro, pode ser poluição Pode ser samba, pode ser baião Pode ser são jorge, pode ser dragão Pode ser circo, pode ser pão
Só não sei porque Eu e você Não pode não
Pode ser purê, pode ser pirão Pode ser rei, pode ser peão Pode ser chapeuzinho, pode ser lobão Pode ser raio, pode ser trovão Pode ser sujeira, pode ser sabão Pode ser seda, pode ser algodão Pode ser bermuda, pode ser calção Pode ser beijo, pode ser chupão Pode ser reforma, pode ser revolução Pode ser creme, pode ser loção Pode ser conselho, pode ser lição Pode ser gato, pode ser cão Pode ser fila, pode ser procissão Pode ser eva, pode ser adão Pode ser madeira, pode ser carvão Pode ser antes, pode ser então
Só não sei porque Eu e você Não pode não
Pode ser guitarra, pode ser violão Pode ser brocha, pode ser garanhão Pode ser trepada, pode ser masturbação Pode ser cama, pode ser chão Pode ser visita, pode ser invasão Pode ser regra, pode ser exceção Pode ser tristeza, pode ser preocupação Pode ser marte, pode ser plutão Pode ser xadrez, pode ser gamão Pode ser sério, pode ser gozação Pode ser solteiro, pode ser sultão Pode ser papo, pode ser discussão Pode ser progresso, pode ser recessão Pode ser bolsa, pode ser pregão Pode ser favela, pode ser mansão Pode ser fim, pode ser introdução
Só não sei porque Eu e você Não pode não
Pode ser cinema, pode ser televisão Pode ser cara, pode ser coração Pode ser mentira, pode ser plantão Pode ser hobby, pode ser profissão Pode ser país, pode ser nação Pode ser santos, pode ser cubatão Pode ser palpite, pode ser dedução Pode ser cópia, pode ser invenção Pode ser cagaço, pode ser precaução Pode ser frango, pode ser faisão Pode ser arroz, pode ser feijão Pode ser juros, pode ser inflação Pode ser incompetência, pode ser distração Pode ser águia, pode ser gavião Pode ser mocinho, pode ser vilão Pode ser um, pode ser milhão
Só não sei porque Eu e você Não pode não
Pode ser problema, pode ser solução Pode ser pobre, pode ser barão Pode ser biriba, pode ser balão Pode ser bela, pode ser canhão Pode ser anágua, pode ser combinação Pode ser bagre, pode ser salmão Pode ser geladeira, pode ser fogão Pode ser pai, pode ser patrão Pode ser acaso, pode ser intenção Pode ser pico, pode ser injeção Pode ser hotel, pode ser pensão Pode ser arte, pode ser borrão Pode ser doente, pode ser são Pode ser áries, pode ser escorpião Pode ser inteiro, pode ser fração Pode ser tudo, pode ser tão
A Galeria Jaqueline Martins abriu neste sábado mostra simultânea de dois artistas plásticos que utilizam a técnica de colagem para a elaboração de seus trabalhos, com propostas e resultados bem diferentes.
Nino Cais nos apresenta duas maneiras distintas de realizar seus trabalhos, a primeira com pequenas instalações com objetos um tanto inusitados, mas que produzem um resultado muito agradável ; a segunda com clara inspiração em Max Ernst apresenta uma novidade, que é a transformação de figuras antigas ou clássicas em peças tridimensionais, com a inclusão de figura geométricas como cones e pirâmides, que nos instigam.
Ganhei do artista um lindo livro, muito bem impresso e editado com suas poesias e fotos de outros trabalhos, que sem dúvida terá lugar de honra em minha coleção.
Quanto a Hudnilson Jr, apesar de não conhecê-lo, percebi que é um artista longevo e respeitado no mundo das artes paulistanas.
Mas seus trabalhos me chocaram, não que eu não goste de temas eróticos na arte, até cometi um conto ou crônica com essa temática, e acho que às vezes uma "sacanagenzinha " é bem vinda.
Com clara inspiração em Robert Mapplethorpe, ele cruzou com alguns de seus trabalhos expostos nesta mostra a fronteira entre o erotismo e a pornografia, me causando uma enorme indiferença, e esse foi o motivo do choque, pois saí do evento sem vontade de tecer qualquer comentário sobre ele.
Mais uma vez Jaqueline Martins reafirma seu papel de arte educadora, trazendo à baila artistas representativos no universo das artes brasileiras.
Para acompanhar o comentário, a música "Coração Tranquilo" de Walter Franco, que traduz o estado de espírito que temos que assumir ao apreciarmos essa exposição.
Abaixo das imagens, o "press-release", fornecidos pela assessoria de imprensa do evento.
Coração Tranquilo - Walter Franco
Galeria Jaqueline Martins exibe colagens e objetos de Hudnilson Jr. e Nino Cais
Hudnilson Jr. e Nino Cais apresentam obras que exploram o corpo, o objeto e a sexualidade através de colagens, apropriações e objetos.
A Galeria Jaqueline Martins apresenta, a partir de 04/12/12, às 12h, a exposição “Hudnilson Jr. e Nino Cais: Colagens”, com cerca de 60 obras criadas a partir de recortes de jornais, livros, documentos pessoais, experiências e acúmulos agregados ao longo da vida dos artistas, seja pelo apego emocional ou carnal. A mostra, que fica em cartaz até 10/03/12, conta com texto crítico de Thais Rivitti.
As obras apresentadas por Hudnilson Jr. e Nino Cais compartilham o interesse pela colagem como procedimento artístico e exibem semelhanças relacionadas ao corpo, à memória e à vida. Ambos artistas se interessam pela imagem massificada e pelo retrato, tal como é disposta em revistas, jornais, livros e qualquer outro tipo de material impresso.
Uma grande quantidade de imagens variantes de conotações fálicas e explicitamente homoeróticas estampa de forma inquietante as colagens apresentadas pelo artista paulistano Hudnilson Jr.. As colagens figuram garotos fortes, homens bonitos, fotografias de estátuas e todas as formas, tipos, cores e texturas de pênis, que encontram animais, deuses e divas. Hudnilson também exibe uma série de objetos – tipos de caixas que recebem colagens de veia surrealista, associações inesperadas entre objetos de procedência diferentes, mas que têm e comum um forte apelo sensual. As obras de Hudnilson utilizam-se do erotismo, do prazer e do êxtase para debater e criticar a moral e a política.
Nino extrai de revistas e catálogos, figuras nas quais a cabeça é
substituída por objetos pontiagudos ou cotidianos, que muitas vezes reduz a
figura a uma simples coluna de sustentação de tais objetos. As colagens de Nino
transitam entre o bidimensional e o tridimensional. O artista também apresenta
esculturas: duas cadeiras com pés de ferramentas, como pás e foices, que
representam uma forma de sobrevivência. As obras de Nino parecem questionar as
ações e relações do homem e do objeto no espaço.
Serviço Exposição: Hudnilson Jr. e Nino Cais:
Colagens Abertura: 04 de Fevereiro de 2012, a partir das
12h Período expositivo: de 04/02/12 a 10/03/12 Local: Galeria Jaqueline
Martins Rua Dr. Virgílio de Carvalho Pinto, 74, Pinheiros, tel. (11)
2628-1943. Seg. a sex., 11h30/19h; sáb., 11h30/17h. www.galeriajaquelinemartins.com
Neste sábado fomos à primeira peça da nossa temporada 2012 de teatro infantil, e como não poderia deixar de ser, no Teatro Anchieta do SESC Consolação.
Que espetáculo encantador, de uma delicadeza empolgante, conta uma história incomum, que foge de qualquer chavão .
Com um elenco muito experiente, afinal a Cia. Delas de Teatro além de mais de uma década de fundação, possui vários prêmios, inclusive com esta peça, que foi eleita o melhor espetáculo infantil de 2011.
Sem cenário, cuja falta é plenamente compensada pelos figurinos, nos prende a atenção e nos permite viajar em nossa imaginação, vivendo toda a magia daquele momento.
Essa é uma companhia de teatro que a partir de agora, acompanharei de perto.
Abaixo do player, fotos colhidas no facebook da companhia.