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terça-feira, 6 de setembro de 2011

Tributo a Arcangelo Ianelli - MAB FAAP

Mostra que apresenta trabalhos de diversas fases de sua produção artística, com obras bastante representativas dentro destes universos.

Por uma incrível coincidência, Ianelli está em evidência nas artes plásticas paulistanas, com três exposições simultâneas em nossa cidade, Pinacoteca, MAM e agora no MAB-FAAP

Ianelli foi pivô de uma polêmica entre o artista Ivald Granato, que numa justa indignação, se indispôs contra o MAM pelo recusa das doações de suas obras, recebidas pelo museu em testamento do artista, criando um movimento de protesto que culminou num bem humorado protesto em frente às suas instalações.



Being Boring - Pet Shop Boys


Abaixo das imagens, o "press-release" fornecidos pela assessoria de imprensa do MAB-FAAP.




Saiba mais sobre o tributo a Arcangelo Ianelli nas palavras de sua curadora Maria Izabel Branco Ribeiro

“O Museu de Arte Brasileira da FAAP reúne atualmente em seu acervo 45 obras de autoria de Arcangelo Ianelli. Trata-se de um conjunto significativo de trabalhos representativos de diversos momentos do artista e dois deles estão em exposição permanente: uma escultura em mármore disposta no jardim e um dos vitrais do grande painel do saguão do prédio I.

Artista com lugar consagrado na arte brasileira, Arcângelo Ianelli foi um grande amigo e colaborador das iniciativas relacionadas à divulgação da arte e, em 2004, tivemos o privilégio de apresentar a mostra Ianelli. Os caminhos da figuração, organizada por seus filhos Kátia e Rubens.

Sua generosidade para com o MAB-FAAP se manifestou em vários momentos e recentemente recebemos de seus familiares 12 pinturas e uma escultura, escolhidas com critério, de maneira a compor diálogos com as obras já pertencentes à coleção do museu.

Por meio da presente mostra, manifestamos nosso reconhecimento pelo apreço que Arcângelo Ianelli sempre demonstrou pelo Museu de Arte Brasileira da FAAP”.

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Serviço: Exposições do Acervo MAB-FAAP

“O secreto discurso do olhar” com curadoria de José Luis Hernández Alfonso.

“Tributo a Arcangelo Ianelli” com curadoria de Maria Izabel Branco Ribeiro.

Data: de 13 de Agosto a 30 de outubro de 2011

Local: Museu de Arte Brasileira da FAAP
Endereço: Rua Alagoas, 903 Higienópolis

Horários: de terça a sexta, das 10h às 20h.
Sábados, domingos e feriados, das 13h às 17h.
(Fechado às segundas-feiras, inclusive quando feriado.)

Entrada franca

****Informações para a imprensa Anamaria Lattes Comunicações

(11) 2387-8369 / 3297-2593

(11) 9976-3111 / 7885-5385 – Anamaria

(11) 7885-8941 - Eduardo

quarta-feira, 31 de agosto de 2011

Mariko Mori – Oneness

Tive que ir ao centro da cidade hoje pela manhã, e como é impossível para mim estar lá e não passar nos centros culturais, fui ao CCBB para ver a mostra de Mariko Mori, inaugurada semana passada.

Fui sem muitas pretensões, pois as resenhas publicadas nos jornais não fazem jus ao que encontramos nessa exposição.

Uma arte realmente moderna, bem feita, mostrando que foi pensada e projetada antes de tomar formas.

As peças ali apresentadas merecem estar em qualquer museu de artes do mundo, serem admiradas e compartilhadas.

A interação do público com algumas das obras passa a sensação de que é uma arte viva, para ser sentida visual, tátil e auditivamente.

Abaixo das imagens, o "press-release" fornecidos pela assessoria de imprensa do CCBB.




É preciso perdoar - Ryuichi Sakamoto, Cesária Évora e Caetano Veloso


Wave UFO - fotos Richard Learoyd (2) - © Mariko Mori, Member Artists Right Society (ARS), New York, AUTVIS

Oneness© Mariko Mori, Member Artists Right Society (ARS), New York, AUTVIS, Brasil 2010. All Rights Reserved. Photo courtesy of Mariko Mori Art Resource

Transcircle© Mariko Mori, Member Artists Right Society (ARS), New York, AUTVIS

Empty Dream, 1995. Cibachrome print, wood, aluminum, pewter frame. 304.8 x 640.1 cm. 120 x 252 inches. Edition of 3 + 1 AP. Courtesy Of Deitch Projects, NY.


Cena do vídeo

MARIKO MORI – ONENESS

CENTRO CULTURAL BANCO DO BRASIL SÃO PAULO – 20 DE AGOSTO A 16 DE OUTUBRO DE 2011.

Artista japonesa contemporânea de maior visibilidade no ocidente expõe pela primeira vez no Brasil

*Exposição apresenta obras de grandes dimensões como Wave Ufo, que pesa mais de seis toneladas

*Um passeio pela trajetória da artista, desde seus primeiros trabalhos até os mais atuais, como Transcircle

A arte pode dividir com a tecnologia eletrônica, a religião e a fotografia de moda a capacidade dar forma aos sonhos, fantasias e desejos da humanidade. Este é o pensamento que norteia o trabalho de Mariko Mori, artista japonesa que vive entre Tóquio e Nova York e que é hoje um dos maiores nomes da arte em esfera mundial. Com trabalhos em espaços cultuados como Guggenheim (NY), MoMa (NY), Museu de Arte Contemporânea de Tóquio, Centro Georges Pompidou (Paris) e outros, Mariko Mori expõe pela primeira vez no Brasil. Promovida pelo Banco do Brasil, a mostra MARIKO MORI / ONENESS, no Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo, poderá ser vista até 16 de outubro.

Mariko Mori utiliza o design e a arte de vanguarda para compor elementos de engenharia de ponta, interativos e de forte impacto físico e visual. A exposição apresenta dez trabalhos de alta complexidade tecnológica, que ocuparão todos os espaços expositivos do CCBB São Paulo. São obras de grande escala, como Wave Ufo, um interessantíssimo objeto híbrido, máquina e escultura ao mesmo tempo, com uma espécie de cápsula capaz de acolher três visitantes por vez e que funde, em tempo real, computação gráfica, ondas cerebrais, som e uma engenharia arquitetônica para criar uma experiência interativa dinâmica. A obra se renova incessantemente; nunca é a mesma.

Há ainda o trabalho que dá nome à exposição, Oneness, que apresenta um círculo de seis figuras confeccionadas em technogel (material novo, que fica entre o sólido e o líquido), medindo 1,35 m, que interagem ao toque do visitante. Oneness é uma alegoria da conectividade, uma representação do desaparecimento dos limites entre si mesmo e os outros. Um símbolo da aceitação do outro e um modelo do conceito budista de unidade, de que o mundo existe como organismo interconectado. E Transcircle, um anel de nove pedras de vidro coloridas e brilhantes, controlado interativamente, numa fantástica reinterpretação dos círculos de monólitos pré-históricos. A mostra apresenta também vídeos, fotografias e desenhos. Um grande passeio pela obra e pelo pensamento de uma das pessoas mais influentes da arte contemporânea.

A vinda da exposição ONENESS ao Brasil é uma iniciativa do Grupo AG, sob coordenação e curadoria de Nicola Goretti.

POESIA E ESTÉTICA

Mariko Mori inspira-se no conceito budista de que todas as coisas do universo estão conectadas. Seu trabalho contempla mundos fantásticos e seres espetaculares em fotografias e vídeos que parecem surpreendentemente reais. “Tento fazer de meu trabalho uma espécie de oferta”, disse a artista. A arte de Mori recontextualiza figuras do passado, mesclando temas aparentemente opostos como religião e ciência, natureza e cultura, passado e futuro. Poesia e estética revolucionando aspectos do pensamento cultural, moderno e globalizado.

Segundo já declarou, Mori acredita que um artista tem um ponto de vista diferente da visão convencional: “Um artista vê o mundo, olha para o momento presente, com um ponto de vista especial. Minha missão é expressar o que vejo no meu campo de visão”, disse. E afirmou: “Tenho que criar o mundo para poder respirar no mundo; eu não existo se não crio”.

Os trabalhos de Mariko Mori fundem arte e tecnologia, Budismo e a idéia de uma consciência espiritual universal. Desenhando antigos rituais e símbolos, Mori usa tecnologia de ponta e materiais de última geração para criar uma visão bela e surpreendente do século XXI.

A ARTISTA

Mariko Mori é uma artista de renome internacional cuja obra tem sido adquirida por
museus e colecionadores privados de todo o mundo. Educada em Tóquio, Londres e Nova York, Mori ganhou reconhecimento por sua instalação interativa, WAVE UFO, que foi apresentada pela primeira vez no Kunsthaus Bregenz, na Áustria, em 2003. A instalação foi exibida, posteriormente em Nova York, Gênova e incluída na Bienal de Veneza, em 2005. Também foi incluída em Oneness, exposição de Mori que estreou no Museu Groniger, da Holanda, e logo seguiu para Dinamarca e Ucrânia. Agora, será apresentada no Centro Cultural Banco do Brasil, em Brasília, Rio de Janeiro e São Paulo em 2011.

As mais recentes esculturas de grande escala da artista, Tom na Hiu (2006) e Opal Planta (2009), também contêm elementos que interagem com o ambiente. O próximo projeto da artista, Primal Rhythm, é uma instalação monumental permanente concebida e planejada com forte vínculo com a paisagem da baía de Seven Light, da ilha de Miyako, em Okinawa. O interesse atual de Mori se concentra num mundo em que os seres humanos e a natureza são uma coisa só. Onde o ritmo da humanidade se move em conjunto junto com o do meio-ambiente. Seus projetos atuais têm por objetivo provocar esta memória em nossa consciência e celebrar o equilíbrio existente na natureza. Esta idéia se reflete nos temas da vida, morte, renascimento e universo.

As monumentais instalações de Mariko Mori têm sido expostas em todo o mundo, incluindo Museu de Arte Contemporânea de Tóquio; Centro Georges Pompidou, em Paris; Prada Fundação, Milão; Museu de Arte do Brooklyn, Nova York; Museu de Arte Contemporânea de Chicago; Serpentine Gallery, Londres; Museu de Dallas; Los Angeles Museu de Arte. Suas obras estão em coleções do Museu Guggenheim, Nova York; Centro Georges Pompidou, Paris; Prada Fundação, Milão; Museu de Arte Contemporânea de Chicago, Museu de Israel, Jerusalém, Los Angeles Museu de Arte do Condado; Centro de Arte Pinchuk, Kiev; Aros de Aarhus Kunstmuseum, Dinamarca; Museu de Arte Moderna de Nova York.

Mori recebeu vários prêmios, entre eles a prestigiada Menção Honrosa da 47ª Bienal de Veneza, em 1997, e o 8º Prêmio Anual como artista e pesquisadora no campo da arte contemporânea japonesa, em 2001, da Fundação de Artes Culturais do Japão. Atualmente, Mori está radicada em Nova York.

OBRAS EXPOSTAS

WAVE UFO – 1999/2002

Acervo: Victor Pinchuk Foundation

Dimensão: 493 x 1134 x 528 cm

Peso: 6.240 kg

Material: Brainwave interface, Vision Dome, Projeção, Sistema de computação, fibra de vidro, Technogel®, acrílico, fibra de carbono e alumínio

ONENESS – 2003

Acervo: Victor Pinchuk Foundation

Dimensão de cada figura: 135 x 75,6 x 37,4 cm

Material: Technogel®, acrílico, molde de aluminínio e magnésio

TRANSCIRCLE 1.1 meter – 2004

Acervo: SCAI

Dimensão de cada estátua: 110 x 56 x 34 cm (x9 estátuas)

Marterial: Corian Stone, LED, control system

Base de Madeira: produzida no Brasil

Material da base: White pea gravel, mármore de Carrara

EMPTY DREAM – 1995 (2010 copy)

Acervo: Mariko Mori Studio

Dimensão: 732 x 275 cm

Material: Cibachrome Print with glass interlayer

ALAYA DRAWINGS – 1998 (33 trabalhos)

Acervo: Prada Foundation

Dimensão: cada desenho: 37 x 56.5 cm (x 33 desenhos)

MIRACLE – 2001

Acervo: Koyanagi Gallery

Dimensão: cada elemento: 69 cm diâmetro (x 6 desenhos)

Peso: 136 kg

Material: Cibachromes, diachronic Glass, cristais de sal, 33 bolas de gude, bolas de cristal

WAVE UFO MODEL– 2002

Acervo: Deitch Gallery

Dimensão: 40.6 x 40.6 x 96.5 cm

Base: elíptico 100 cm x 65 x 45 cm

Material: Lucite

DREAM TEMPLE DOC

Acervo: Mariko Mori Studio

Material: Vídeo

MIKO NO INORI VIDEO

Acervo: Deitch Gallery

Material: Vídeo

KUMANO VIDEO

Acervo: Mariko Mori Studio

Material: Vídeo

MARIKO MORI - ONENESS

Data: 20 de agosto a 16 de outubro de 2011

Local: Centro Cultural do Banco do Brasil São Paulo

Rua Álvares Penteado, 112 - Centro - São Paulo

(próximo às estações Sé e São Bento do Metrô)

Informações: (11) 3113-3651 / 3113-3652

Horários: de terça a domingo, das 9h às 21h

ENTRADA FRANCA

www.bb.com.br/cultura

www.twitter.com/ccbb_sp

www.facebook.com/ccbbsp

Assessoria de Imprensa CCBB SP:

Alexandre Yokoi – (11) 3113-3613 – alexandreyokoi@bb.com.br

Eduardo Vasconcelos – (11) 3113-3628 – eudu@bb.com.br

quinta-feira, 28 de julho de 2011

Ordem Oculta de Bernardo Cid

Um dos grandes serviços prestados pela Caixa Cultural é a divulgação de trabalhos de artistas consagrados pela crítica, mas afastados do público.

Em suas exposições tive contato com profissionais de imenso valor, os quais ainda não conhecia e que acabei gostando instantaneamente.

Como foi o caso de Bernardo Cid. Sob a curadoria de Sérgio Pizoli são apresentados óleos, gravuras, desenhos, esculturas e objetos diversos que ilustram sua versatilidade magistral.

Gostei muito dos desenhos e gravuras, mas o que realmente me encantou foram as pinturas a óleo, em tons escuros sem serem sombrias, com uma carga potente de surrealismo e imagens do inconsciente.

O bônus da mostra é o magnífico catálogo, num primoroso trabalho de artes gráficas, que deve figurar em qualquer biblioteca que se preze.




Quebra pedra (Tom Jobim) - Mario Adnet



Abaixo das imagens o "press-release" fornecidos pela assessoria de imprensa da Caixa Cultural.










CAIXA CULTURAL SP APRESENTA A ORDEM OCULTA DE BERNARDO CID

Mais de cem peças formam um excepcional conjunto capaz de mostrar a grandiosidade do trabalho do artista

A Caixa Cultural São Paulo apresenta, entre os dias 23 de julho a 18 de setembro de 2011, a exposição “Fazer Arte - A Ordem Oculta de Bernardo Cid” com a curadoria de Sergio Pizoli e produção da Glatt & Imagos. A visitação da mostra é gratuita e conta com o patrocínio da Caixa Econômica Federal.

Composta por um conjunto de peças espalhadas em importantes acervos de instituições públicas e também por coleções particulares a mostra é considerada uma retrospectiva póstuma de Bernardo Cid (1925-1982), já que reúne 40 anos de trabalho artístico reverenciado por críticos e ocorre após quase três décadas do seu falecimento.

São mais de 100 peças expostas entre gravuras, desenhos, telas e esculturas, as quais, complementadas com as obras pertencentes ao acervo da família do artista, formam um excepcional conjunto capaz de mostrar a grandiosidade do trabalho do artista que, mesmo fora do circuito comercial, representa um grande expoente das artes plásticas brasileiras.

Apresentação

A exposição de Bernardo Cid homenageia um dos mais talentosos artistas plásticos das décadas de 60 e 70.

Autodidata, Cid começou a estudar pintura e desenho em 1945 e, já no início dos anos 50, passou a expor e receber o reconhecimento por meio de críticas e prêmios.

Seus cadernos e estudos em carvão, lápis e nanquim vêm comprovar que o desenho, como queria Mário de Andrade, é o fato(r) mais importante na produção artística.

Na gravura, onde se descobre excelente litógrafo, Cid ao sobrepor sobre as litografias, notícias e recortes de revistas e jornais usa e abusa da técnica da flotagem. Com isto, o artista retoma toda a tiragem e a renova, trabalhando-as, uma a uma.

Essa linguagem é magistralmente usada para criar peças de protesto durante os anos de repressão, que formam uma coleção exemplar desse período.

Sua pintura atravessa a nova figuração e, com o correr do tempo, vai aprimorando-se em telas de dimensões avantajadas, quase monocromáticas. O resultado plástico são duas séries de quadros extremamente entrosados na nova linguagem pictórica, exuberantes na construção dos seus personagens e temas e contrastantes na sua apresentação: uma série é totalmente terra e preto e a outra, fecunda, explode em azuis e verdes-água.

Artista:

Bernardo Cid (1925 - 1982) - Pintor, gravador, desenhista e escultor. Começa a pintar em 1945. Realiza em 1952, a 1ª. exposição individual na Galeria Ambiente, SP. Em 1959, com a escultura Jabuti, recebe o 1º. Prêmio de Escultura da Câmara Brasileira do Livro. Baseada nessa obra é concebida a estatueta do prêmio Jabuti, o mais antigo e prestigioso prêmio literário nacional. Nos anos 1960, participa do grupo Realismo Mágico, com Wesley Duke Lee (1931). No final daquela década, inicia trabalhos com um enfoque social, transitando do realismo mágico para um realismo com influências da pop arte.

Em 1968, integra o Grupo Austral, movimento artístico internacional sediado em Paris, ligado ao Phases. No ano seguinte é convidado por cineastas da National Film Board do Canadá para representar o artista brasileiro no documentário Comparaisons, veiculado pela TV Educativa.

Bernardo Cid participou do Salão Nacional de Arte Moderna, RJ, 1959; Bienal SP, 1959 e 1965; Salão Paulista de Arte Moderna, 1959 (Menção Honrosa, 1961; Prêmio Governador do Estado, 1968); Panorama da Arte Atual Brasileira, MAM SP, 1969 e 1976; Tradição e Ruptura: Síntese de Arte e Cultura Brasileiras, 1984; A Arte do Imaginário, Galeria Encontro das Artes, SP, 1985; 100 Obras Itaú, MASP, 1985; Bienal Brasil Século XX, Fund. Bienal -SP, 1994; Os Colecionadores - Guita e José Mindlin: Matrizes e Gravuras, FIESP,1998.

Curadoria: Sergio Pizoli

Produção: Glatt & Imagos

SERVIÇO:

Exposição “Fazer Arte - A Ordem Oculta de Bernardo Cid”

Abertura para convidados e imprensa: dia 23/07, às 11h e visita guiada com o curador às 12h

Visitação: de 23 de julho a 18 de setembro de 2011

Horário de visitação: de terça-feira a domingo, das 9h às 21h.

Local: CAIXA Cultural São Paulo (Sé) - Praça da Sé, 111 – Centro – São Paulo/SP

Informações, agendamento de visitas mediadas e translado (ônibus) para escolas públicas: (11) 3321-4400

Acesso para pessoas com necessidades especiais

Entrada: franca
Recomendação etária: livre
Patrocínio: Caixa Econômica Federal

sexta-feira, 22 de julho de 2011

Retratos do Império e do exílio: imagens da família imperial no acervo de dom João de Orleans e Bragança

Adoro exposições de fotos históricas, mesmo que a história tenha ocorrido há 10 minutos.

Esta exposição inaugurada esta semana no Instituto Moreira Salles, nos dá uma visão preciosa da família imperial brasileira no seu dia-a-dia.

Da coleção de D. João de Orleans e Bragança, o D. Joãozinho Príncipe, que encontra-se em comodato com o Instituto, abrange um longo período, desde o Império até o exílio na França.

Notável a decisão de D. João em transferir esta coleção ao IMS, que que além de cuidar da conservação faz um excelente trabalho de restauração, fazendo com que as imagens pareçam ter sido feitas recentemente.

Que o Instituto mantenha essa política de compartilhar conosco seus tesouros, como vem fazendo em diversas mostras de suma importância levadas em épocas recentes.




Zimbo Trio - Tudo Bem


Abaixo das imagens, o "press-release" fornecidos pela assessoria de imprensa do IMS.







Fotografias inéditas da família imperial brasileira são reunidas em mostra no IMS-SP

O Instituto Moreira Salles de São Paulo abre, em 19 de julho, às 19h30, a exposição Retratos do Império e do exílio: imagens da família imperial no acervo de dom João de Orleans e Bragança, com 170 fotografias pertencentes ao acervo do príncipe dom João de Orleans e Bragança, curador da mostra ao lado de Sergio Burgi, coordenador de fotografia do IMS. Compõem a exposição retratos da família imperial brasileira, muitos inéditos (em especial do período do exílio após a proclamação da República), além de importantes imagens associadas a eventos que marcaram o Império, como as comemorações do fim da Guerra do Paraguai e a abolição da escravatura.

Os visitantes da mostra poderão conferir registros de Marc Ferrez, agraciado pelo imperador com o título de Cavaleiro da Ordem da Rosa e também fotógrafo da Marinha Imperial; e Revert Henry Klumb, professor de fotografia das princesas Isabel e Leopoldina. Os dois mantiveram uma relação muito próxima com a família imperial – fotografaram momentos de maior privacidade no interior dos palácios, registrando imagens menos formais, em que os retratados se relacionam com a câmera de uma forma direta e menos mediada pelas exigências do cargo e da vida pública. Também estarão na mostra imagens de Alberto Henschel, Joaquim Insley Pacheco, Luiz Terragno, Otto Hess, entre os diversos fotógrafos atuantes no Brasil que integram o acervo, além de imagens dos fotógrafos retratistas europeus Félix Nadar e John Jabez Edwin Mayall, entre outros.

Catálogo Retratos do Império e do exílio: imagens da família imperial no acervo de dom João de Orleans e Bragança

R$ 25,00

80 pp.

21 x 26 cm

ISBN 978-85-86707-65-0







Sobre o acervo de d. João de Orleans e Bragança:

Composto por 781 itens, o acervo congrega um conjunto importante de fotografias originais de época e negativos em vidro reunidos por d. Pedro II, pela princesa Isabel e seus descendentes. Dom João de Orleans e Bragança, herdeiro e depositário deste conjunto, decidiu em 2009 confiá-lo, em regime de comodato, ao IMS, onde o acervo vem sendo preservado e restaurado.

Exposição Retratos do Império e do Exílio

Abertura: 19 de julho de 2011, às 19h30

Exposição: de 20 de julho a 11 de setembro de 2011

De terça a sexta, das 13h às 19h

Sábados, domingos e feriados, das 13h às 18h

Entrada franca

Classificação livre

Instituto Moreira Salles – São Paulo

Rua Piauí, 844, 1º andar - Higienópolis

Tel.: (11) 3825-2560

www.ims.com.br

http://twitter.com/imoreirasalles

www.blogdoims.com.br

Informações para a imprensa:

Nathalia Pazini e Priscila Oliveira

nathalia.pazini@ims.com.br; priscila.oliveira@ims.com.br

(11) 3371-4490/ 4460

terça-feira, 19 de julho de 2011

Kislansky Cerâmicas – A cor do corpo

Bela exposição de esculturas, feitas em cerâmica, através da técnica de modelagem e queima da argila.

De um artista que é referência em seu "métier", apresenta sua diversidade de estilos, não se prendendo a uma única maneira de se expressar.

Muito interessante pois além de apresentar seus trabalhos, há também as explicações sobre o seu processo de criação e execução, mostrando-nos toda a sua complexidade.



Zimbo Trio - Poliedro


Abaixo das imagens, o "press-release" dos curadores, fornecidos pela assessoria de imprensa da Caixa Cultural.






A cor do corpo na Caixa Cultural SP

Mostra do artista plástico Kislansky reúne obras em cerâmica e fotografias


A Caixa Cultural São Paulo apresenta, de 9 de julho a 4 de setembro, a exposição “Kislansky Cerâmicas – A cor do corpo”, de Israel Kislansky. A mostra, que reúne 50 peças do artista, organizadas sob curadoria de Gilberto Habib Oliveira, é resultado de uma jornada empreendida pelo escultor, em direção a tons naturais da argila.

Kislansky explorou, em sua busca, a cristalização permanente dos minerais das argilas, para regressar à cor. O resultado dessa experiência se materializa, para o público, de duas formas complementares: um conjunto de esculturas de diferentes matizes e um roteiro didático sobre a argila, sua origem, produção, modos de uso e possibilidades de acabamento.

As peças, em argila natural ou esmaltada, são reunidas e apresentadas em grupos de cores e corpos, criando ambientes sensíveis e cenografias inusitadas.

A exposição conta ainda com fotografias do próprio artista plástico, para reafirmar o caráter cênico das obras, além de apresentar o ambiente de trabalho, os processos técnicos e outros detalhes de sua produção escultórica.

Sobre o artista:

Nascido em Salvador (BA), e radicado na capital paulista desde 1983, Israel Kislansky estudou com nomes como Lole Di Natale, Rubens Matuck e José Antônio Van Acker.

O artista é reconhecido pela atenção que dá aos aspectos “artesanais” da produção. Como, por exemplo, à fundição em metais, área na qual desenvolveu, junto ao SENAI, o projeto de criação do Centro Técnico em Fundição Artística, em Osasco (SP).

Em 2006, publicou o livro “Kislansky – O eterno e o moderno”, com textos de Enio Squeff e fotos de Edu Simões. Esta é a terceira exposição que realiza na Caixa Cultural. As anteriores ocorreram em Brasília e Salvador, em 2007.

Serviço:

Exposição “Kislansky Cerâmicas – A cor do corpo”

Data: 9 de julho a 4 de setembro de 2011

Hora: de terça a domingo, das 9h às 21h

Local: CAIXA Cultural São Paulo – Sé: Praça da Sé, 111, São Paulo (SP)

Visitas guiadas: Para instituições e escolas, a Caixa oferece transporte gratuito.

Informações/Agendamentos: (11) 3321-4400

Twitter da exposição: @A_cor_do_corpo

Facebook: http://www.facebook.com/a.cor.do.corpo

Entrada franca

Caixa Econômica Federal

Assessoria de Imprensa – Regional Paulista

(11) 3103-5413 / 5414 / 5723

cultura.sp@caixa.gov.br

www.caixa.gov.br