Visualização de vídeos
segunda-feira, 30 de janeiro de 2012
Histórias por Telefone
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
SETE VEZES CIDADE
Usando de diversas técnicas os artistas conseguem diferentes efeitos, onde é possível perceber que alguns deles ainda se mantém sob forte influência de seus professores ou ídolos, realizando um trabalho que pode ser considerado como no mínimo uma homenagem ou sequencia do trabalhos dos mesmos sem acréscimo de alguma característica individual própria.
Seguem minhas impressões sobre cada artista, na sequencia das imagens.
Carlos Bracher, com o uso intensivo das tintas tanto na quantidade quanto na profusão de cores, consegue efeitos bem interessantes, que transmitem bem sua visão de Brasília.
G. Fogaça, apesar das cores vibrantes, o resultado é soturno, carregado, talvez, de uma profunda tristeza.
Gregório Gruber, apresenta paisagens serenas de sua São Paulo imaginária, de uma calmaria que existe só em sua mente.
Laura Michelino, em algumas gravuras consegue o efeito tridimensional, que enriquecem o resultado final, fixando nossa atenção para que as apreciemos com o devido vagar.
Marcelo Solá, sem comentários, uma arte primária, feita só para o deleite do artista.
Rubens Ianelli, com uma bela tela e diversos objetos que causam efeitos bem interessantes.
quarta-feira, 18 de janeiro de 2012
We Have All The Time In The World
Nisso passaram-se alguns anos, pois além de não a ter em minha discoteca, não sabia seu título. Tendo esse assunto ficado recorrente em nossas conversas, já que José Paulo conseguiu o disco e quase na sequencia o perdeu, antes que pusesse me emprestar.
Não é que na primeira semana do ano, sem nada para fazer a não ser me aborrecer diante da TV, vendo uma retrospectiva de filmes de 007, no filme A Serviço de Sua Majestade com o ator George Lazenby no papel de James Bond, aliás tão inexpressivo que só teve essa participação na série, escutei-a durante uma das cenas.
Quando comentei essa passagem com JP, ele no dia seguinte me passou o nome dela, quando a "resgatei" e compartilho agora.
Composta por John Barry, com letra de Hal David.
sexta-feira, 6 de janeiro de 2012
Almir Sater
PS.: Conforme comentário abaixo, a cantora é Gisele Sater, irmã de Almir, que eu havia confundido com Monica Salmasso.
Tocando em Frente
Almir Sater
Porque já tive pressa
E levo esse sorriso
Porque já chorei demais
Mais feliz, quem sabe
Só levo a certeza
De que muito pouco sei,
Ou nada sei
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Seja simplesmente
Compreender a marcha
E ir tocando em frente
Levando a boiada
Eu vou tocando os dias
Pela longa estrada, eu vou
Estrada eu sou
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Todo mundo chora
Um dia a gente chega
E no outro vai embora
Cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz
E ser feliz
E as manhãs
O sabor das massas
E das maçãs
Pra poder pulsar
É preciso paz pra poder sorrir
É preciso a chuva para florir
Porque já tive pressa
E levo esse sorriso
Porque já chorei demais
Cada ser em si
Carrega o dom de ser capaz
E ser feliz
domingo, 25 de dezembro de 2011
Astor Piazzolla
De uma delicadeza ímpar, de um dos maiores músicos do século XX. Que apresenta um trabalho universal, sem fronteiras ou regionalismos.
segunda-feira, 19 de dezembro de 2011
O Grande Circo Místico
quarta-feira, 14 de dezembro de 2011
Tom Jobim e Edu Lobo - Vento Bravo
Temos que observar o apuro e o rigor técnico de Tom Jobim, que reclama do barulho das teclas do piano de Edu Lobo, que estaria sendo captado por seu microfone, e a preocupação de Edu com um solo que estaria saturando o resultado final.
Como ficavam perfeitos os discos de grandes artistas que eram gravados com todos os músicos dentro do estúdio, participando e opinando intensamente durante sua confecção, diferente de hoje em que a gravação de cada instrumento é feita separadamente, às vezes até sem outros integrantes da banda presentes, sendo que o resultado final hoje só depende de um mero produtor que monta suas colchas de retalhos.
Mais uma vez digo que o avanço dos meios de captação de sons digitais, ainda estão muito aquém dos analógicos, que capturavam nuances e principalmente faixas de frequências, tanto as de baixa e de alta, não alcançadas pelos microfones modernos.
Que prazer e satisfação ver dois gênios da música universal fazendo história.
O vídeo abaixo foi postado pelo DivShare, pois o You Tube não permitiu sua reprodução aqui, espero que ele possa ser reproduzido pelo Internet Explorer, se não tentem via o Crome.
segunda-feira, 5 de dezembro de 2011
O país do futebol

Neste domingo o país, mais uma vez, parou por causa de um assunto recorrente.
sexta-feira, 25 de novembro de 2011
FERNANDO BOTERO - DORES DA COLÔMBIA NO MUBE





O MuBE conta com apoio institucional de 3M, Stella Artois, Kettel One e BMW, viabilizado via ProAC / Governo do Estado de São Paulo.
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
EstúdioBuck na P/ARTE












domingo, 13 de novembro de 2011
Steve McCurry – Alma Revelada







INSTITUTO TOMIE OHTAKE
APRESENTA
Steve McCurry – alma revelada
Abertura: 10 de novembro de 2011, às 20h - 29 de janeiro de 2012
A mostra realizada em parceria com a Galeria Babel traz cerca de 100 imagens que passam pelos muitos lugares e muitas cores vivas presentes no trabalho do fotógrafo americano, trazendo também as guerras, o atentado de 11 de setembro e seu último rolo Kodachrome.
Reconhecido universalmente como um dos maiores criadores de imagens da atualidade, o autor da famosa foto da menina Afegã e membro da Magnum Photos desde 1986 conquistou vários entre os mais importantes prêmios da fotografia. McCurry, de acordo com a tradição mais refinada dos documentaristas, captura a essência das lutas e das alegrias humanas.
A exposição reúne alguns dos mais marcantes e reconhecidos grupos de imagens de países como a Índia, Paquistão e Nigéria. Há décadas McCurry percorre lugares incomuns, trazendo consigo imagens cuja solidez narrativa alimenta fantasias, mistérios e deslumbramentos acerca do desconhecido – o “outro” que conhecemos através de jornais, filmes e revistas. Estão nesses grupos de imagens retratos como a da garota afegã refugiada que encara a lente da câmera com um olhar que se tornou célebre em todo o mundo, ao lado de cenas de festividades e rituais indianos que parecem saídos dos sonhos dos mais inventivos diretores de arte e cenógrafos. A estas imagens, juntam-se visadas para paisagens naturais tão deslumbrantes quanto surpreendentes, sobretudo algumas registradas no Afeganistão, de onde o senso comum não espera senão imagens de guerra e miséria.
A exposição, contudo, não ignora a produção feita por McCurry ao pensar visualmente a marca dos conflitos geopolíticos que marcaram as últimas décadas, e traz um abrangente recorte destas cenas. Nesse conjunto, vemos as cicatrizes da violência diretamente incrustadas nas terras das regiões afetadas, contextualizadas pelo mesmo território impressionante cultural e geograficamente que se revela na primeira parte da exposição.
O destaque, então, se dá pela inclusão de seis fotografias feitas em 11 de Setembro de 2001,
Por fim, um grupo de imagens reunido por sua qualidade processual nos aproxima de McCurry enquanto profissional. Trata-se das fotos tomadas com o último rolo Kodachrome – película famosa entre os fotógrafos por sua qualidade cromática e que deixou de ser fabricada pelo avanço das tecnologias digitais – que passou pela mão de McCurry. Ciente da escassez que tornava o rolo de filme de alguma maneira especial, o fotógrafo teve que repensar o ritmo e a densidade do ato fotográfico. A série traz, no mesmo rolo, imagens de Robert de Niro, atores da Bollywood indiana, cenas urbanas e, até, os pés descalços do fotógrafo diante da televisão em um quarto de hotel.
Exposição: Steve McCurry – alma revelada
Abertura: 10 de novembro de 2011, às 20h (convidados)
Até 29 de janeiro de 2012, de terça a domingo, das 11h às 20h – entrada franca
Instituto Tomie Ohtake
Av. Faria Lima, 201 (Entrada pela Rua Coropés) - Pinheiros SP Fone: 11.2245-1900
Informações à Imprensa
Marcy Junqueira – Pool de Comunicação
Contato: Martim Pelisson / Fone: 11.3032-1599
marcy@pooldecomunicacao.com.br / martim@pooldecomunicacao.com.br








