SESC Consolação
| Dia(s) 06/08, 13/08, 20/08, 27/08
Sábados, às 11h |
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Sábados, às 11h |
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Gente, de um dia se abrindo.
De um sol se entregando a um espaço de um céu assim
Alma do longo das ruas, vivendo uma vida que está pra ter fim
Gente reclama de tudo,
Tristeza enfrentando, ache tempo pra rir
Morre errante seu mundo, toda vida chegando,
Vida inteira partir
Ah! quem muito sofre, porque quer sofrer
Ah! quem muito chora ou que quer chorar
A quem não quer nada e de tudo tem
E tendo de tudo nunca tem ninguém
Gente tão noite surgindo, o sol foi sumindo e uma lua chegando.
Muito são lua no dia, outros sol pela noite
E a gente sonhando.
Sonhando..



CAIXA CULTURAL SP APRESENTA A ORDEM OCULTA DE BERNARDO CID
Mais de cem peças formam um excepcional conjunto capaz de mostrar a grandiosidade do trabalho do artista
A Caixa Cultural São Paulo apresenta, entre os dias 23 de julho a 18 de setembro de
Composta por um conjunto de peças espalhadas em importantes acervos de instituições públicas e também por coleções particulares a mostra é considerada uma retrospectiva póstuma de Bernardo Cid (1925-1982), já que reúne 40 anos de trabalho artístico reverenciado por críticos e ocorre após quase três décadas do seu falecimento.
São mais de 100 peças expostas entre gravuras, desenhos, telas e esculturas, as quais, complementadas com as obras pertencentes ao acervo da família do artista, formam um excepcional conjunto capaz de mostrar a grandiosidade do trabalho do artista que, mesmo fora do circuito comercial, representa um grande expoente das artes plásticas brasileiras.
Apresentação
A exposição de Bernardo Cid homenageia um dos mais talentosos artistas plásticos das décadas de 60 e 70.
Autodidata, Cid começou a estudar pintura e desenho em 1945 e, já no início dos anos 50, passou a expor e receber o reconhecimento por meio de críticas e prêmios.
Seus cadernos e estudos em carvão, lápis e nanquim vêm comprovar que o desenho, como queria Mário de Andrade, é o fato(r) mais importante na produção artística.
Na gravura, onde se descobre excelente litógrafo, Cid ao sobrepor sobre as litografias, notícias e recortes de revistas e jornais usa e abusa da técnica da flotagem. Com isto, o artista retoma toda a tiragem e a renova, trabalhando-as, uma a uma.
Essa linguagem é magistralmente usada para criar peças de protesto durante os anos de repressão, que formam uma coleção exemplar desse período.
Sua pintura atravessa a nova figuração e, com o correr do tempo, vai aprimorando-se em telas de dimensões avantajadas, quase monocromáticas. O resultado plástico são duas séries de quadros extremamente entrosados na nova linguagem pictórica, exuberantes na construção dos seus personagens e temas e contrastantes na sua apresentação: uma série é totalmente terra e preto e a outra, fecunda, explode em azuis e verdes-água.
Artista:
Bernardo Cid (1925 - 1982) - Pintor, gravador, desenhista e escultor. Começa a pintar em 1945. Realiza em
Em 1968, integra o Grupo Austral, movimento artístico internacional sediado em Paris, ligado ao Phases. No ano seguinte é convidado por cineastas da National Film Board do Canadá para representar o artista brasileiro no documentário Comparaisons, veiculado pela TV Educativa.
Bernardo Cid participou do Salão Nacional de Arte Moderna, RJ, 1959; Bienal SP, 1959 e 1965; Salão Paulista de Arte Moderna, 1959 (Menção Honrosa, 1961; Prêmio Governador do Estado, 1968); Panorama da Arte Atual Brasileira, MAM SP, 1969 e 1976; Tradição e Ruptura: Síntese de Arte e Cultura Brasileiras, 1984; A Arte do Imaginário, Galeria Encontro das Artes, SP, 1985; 100 Obras Itaú, MASP, 1985; Bienal Brasil Século XX, Fund. Bienal -SP, 1994; Os Colecionadores - Guita e José Mindlin: Matrizes e Gravuras, FIESP,1998.
Curadoria: Sergio Pizoli
Produção: Glatt & Imagos
SERVIÇO:
Exposição “Fazer Arte - A Ordem Oculta de Bernardo Cid”
Abertura para convidados e imprensa: dia 23/07, às 11h e visita guiada com o curador às 12h
Visitação: de 23 de julho a 18 de setembro de 2011
Horário de visitação: de terça-feira a domingo, das 9h às 21h.
Local: CAIXA Cultural São Paulo (Sé) - Praça da Sé, 111 – Centro – São Paulo/SP
Informações, agendamento de visitas mediadas e translado (ônibus) para escolas públicas: (11) 3321-4400
Acesso para pessoas com necessidades especiais
Entrada: franca
Recomendação etária: livre
Patrocínio: Caixa Econômica Federal





Fotografias inéditas da família imperial brasileira são reunidas em mostra no IMS-SP
O Instituto Moreira Salles de São Paulo abre, em 19 de julho, às 19h30, a exposição Retratos do Império e do exílio: imagens da família imperial no acervo de dom João de Orleans e Bragança, com 170 fotografias pertencentes ao acervo do príncipe dom João de Orleans e Bragança, curador da mostra ao lado de Sergio Burgi, coordenador de fotografia do IMS. Compõem a exposição retratos da família imperial brasileira, muitos inéditos (em especial do período do exílio após a proclamação da República), além de importantes imagens associadas a eventos que marcaram o Império, como as comemorações do fim da Guerra do Paraguai e a abolição da escravatura.
Os visitantes da mostra poderão conferir registros de Marc Ferrez, agraciado pelo imperador com o título de Cavaleiro da Ordem da Rosa e também fotógrafo da Marinha Imperial; e Revert Henry Klumb, professor de fotografia das princesas Isabel e Leopoldina. Os dois mantiveram uma relação muito próxima com a família imperial – fotografaram momentos de maior privacidade no interior dos palácios, registrando imagens menos formais, em que os retratados se relacionam com a câmera de uma forma direta e menos mediada pelas exigências do cargo e da vida pública. Também estarão na mostra imagens de Alberto Henschel, Joaquim Insley Pacheco, Luiz Terragno, Otto Hess, entre os diversos fotógrafos atuantes no Brasil que integram o acervo, além de imagens dos fotógrafos retratistas europeus Félix Nadar e John Jabez Edwin Mayall, entre outros.
| Catálogo Retratos do Império e do exílio: imagens da família imperial no acervo de dom João de Orleans e Bragança R$ 25,00 80 pp. 21 x ISBN 978-85-86707-65-0 |
Sobre o acervo de d. João de Orleans e Bragança:
Composto por 781 itens, o acervo congrega um conjunto importante de fotografias originais de época e negativos em vidro reunidos por d. Pedro II, pela princesa Isabel e seus descendentes. Dom João de Orleans e Bragança, herdeiro e depositário deste conjunto, decidiu em 2009 confiá-lo, em regime de comodato, ao IMS, onde o acervo vem sendo preservado e restaurado.
Exposição Retratos do Império e do Exílio
Abertura: 19 de julho de 2011, às 19h30
Exposição: de 20 de julho a 11 de setembro de 2011
De terça a sexta, das 13h às 19h
Sábados, domingos e feriados, das 13h às 18h
Entrada franca
Classificação livre
Instituto Moreira Salles – São Paulo
Rua Piauí, 844, 1º andar - Higienópolis
Tel.: (11) 3825-2560
http://twitter.com/imoreirasalles
Informações para a
nathalia.pazini@ims.com.br; priscila.oliveira@ims.com.br
(11) 3371-4490/ 4460


A cor do corpo na Caixa Cultural SP
Mostra do artista plástico Kislansky reúne obras em cerâmica e fotografias
A Caixa Cultural São Paulo apresenta, de 9 de julho a 4 de setembro, a exposição “Kislansky Cerâmicas – A cor do corpo”, de Israel Kislansky. A mostra, que reúne 50 peças do artista, organizadas sob curadoria de Gilberto Habib Oliveira, é resultado de uma jornada empreendida pelo escultor, em direção a tons naturais da argila.
Kislansky explorou, em sua busca, a cristalização permanente dos minerais das argilas, para regressar à cor. O resultado dessa experiência se materializa, para o público, de duas formas complementares: um conjunto de esculturas de diferentes matizes e um roteiro didático sobre a argila, sua origem, produção, modos de uso e possibilidades de acabamento.
As peças, em argila natural ou esmaltada, são reunidas e apresentadas em grupos de cores e corpos, criando ambientes sensíveis e cenografias inusitadas.
A exposição conta ainda com fotografias do próprio artista plástico, para reafirmar o caráter cênico das obras, além de apresentar o ambiente de trabalho, os processos técnicos e outros detalhes de sua produção escultórica.
Sobre o artista:
Nascido em Salvador (BA), e radicado na capital paulista desde 1983, Israel Kislansky estudou com nomes como Lole Di Natale, Rubens Matuck e José Antônio Van Acker.
O artista é reconhecido pela atenção que dá aos aspectos “artesanais” da produção. Como, por exemplo, à fundição em metais, área na qual desenvolveu, junto ao SENAI, o projeto de criação do Centro Técnico em Fundição Artística, em Osasco (SP).
Em 2006, publicou o livro “Kislansky – O eterno e o moderno”, com textos de Enio Squeff e fotos de Edu Simões. Esta é a terceira exposição que realiza na Caixa Cultural. As anteriores ocorreram em Brasília e Salvador, em 2007.
Serviço:
Exposição “Kislansky Cerâmicas – A cor do corpo”
Data: 9 de julho a 4 de setembro de 2011
Hora: de terça a domingo, das 9h às 21h
Local: CAIXA Cultural São Paulo – Sé: Praça da Sé, 111, São Paulo (SP)
Visitas guiadas: Para instituições e escolas, a Caixa oferece transporte gratuito.
Informações/Agendamentos: (11) 3321-4400
Twitter da exposição: @A_cor_do_corpo
Facebook: http://www.facebook.com/a.cor.do.corpo
Entrada franca
Caixa Econômica Federal
Assessoria de Imprensa – Regional Paulista
(11) 3103-5413 / 5414 / 5723
Tá tudo solto na plataforma do ar
Tá tudo aí, tá tudo aí
Quem vai querer comprar banana?
Quem vai querer comprar a lama?
Quem vai querer comprar a grama?
Tá tudo solto por aí
Tá tudo assim, tá tudo assim
Quem quer morrer de amor se engana
Momentos são momentos, drama
O corpo é natural da cama
Vou caminhar um pouco mais atrás da lua
Vou caminhar um pouco mais atrás da rua
Mas tudo voa por aí
Na asa do avião
No bico de um pássaro daqui
Mas tudo gira, ai de mim
A bola e o pião
Menina em meu coração
Tá tudo solto na feira, nobre lugar
Tá tão ruim, tá tão ruim
Quem vai querer comprar banana?
Quem vai querer comprar banana?
Quem vai querer comprar banana?
Quem vai querer comprar?
Quem vai querer?
Quem vai?
Quem?
Quem?
Quem?
Quem?







LOUISE BOURGEOIS: O RETORNO DO DESEJO PROIBIDO
Abertura da Exposição: 07 de julho, às 20h – até 28 de agosto de 2011
Mesa Redonda, com o curador Philip Larratt-Smith, Eliane Robert Moraes e Cecília Almeida Salles (08 de julho), além de espetáculo de Denise Stoklos (23 e 24 de julho) completam a programação
A primeira grande individual de um dos mais emblemáticos nomes da arte no século XX chega à America do Sul por meio do Instituto Tomie Ohtake, responsável pela itinerância desta mostra, já realizada na Fundação Proa,
Com curadoria de Philip Larratt-Smith, organização do Studio Louise Bourgeois (Nova York) e realização do Instituto Tomie Ohtake, a mostra vincula a obra de Bourgeois a alguns dos conceitos mais importantes da psicanálise. A partir de mais de 1.000 folhas de papel, entre correspondências e escritos da artista, de 2004 e 2010, o curador investiga o legado psicanalítico em sua obra, na qual ela compartilha parte de traumas e desejos de cura. Este arquivo inédito, que detalha a relação de Bourgeois com o mundo exterior, confirma a centralidade da memória em seu processo criativo.
Composto de notas, registros de sonhos e anotações para esculturas, este repositório de textos, escritos no período em que a artista fez psicanálise, complementa os diários que manteve durante toda a vida. Segundo Larratt-Smith, os trabalhos de Bourgeois são formas que ela encontra para relacionar equivalentes plásticos a estados psicológicos. “Todas as obras foram escolhidas para destacar a persistente presença da psicanálise como força inspiradora e espaço de exploração em sua vida e obra”, diz o curador.
Imaginário autobiográfico, fantasmas do pai, ecos da infância, o ser mãe, a histeria, gênero e representação fálica, o fisiológico, a dimensão onírica e o inconsciente estão presentes em seus trabalhos que ativam um vocabulário ancorado em episódios de sua biografia, mas podem ressoar no corpo e na memória de qualquer espectador. Segundo Philip Larratt-Smith, os surrealistas encontraram uma via de acesso ao imaginário do sonho enquanto a espontaneidade do gesto dos expressionistas abstratos está ligada ao inconsciente, mas a arte de Bourgeois permite compreender de modo privilegiado a conexão entre o processo criativo e sua função catártica.
O curador destaca que, para Bourgeois, o artista, privado de poder na vida cotidiana, tem o dom da sublimação e se torna, portanto, onipotente durante o ato criativo, mas é também uma espécie de atormentado Sísifo, condenado a repetir o trauma infinitamente através da produção artística. Portanto, continua o curador, o processo criativo é assim uma forma de exorcismo, um modo de moderar as tensões e a agressão, um ato de catarse, além de ser, como a psicanálise, uma fonte de conhecimento. Ou ainda, como dizia a artista, “a arte é garantia de sanidade”.
Catálogo
LOUISE BOURGEOIS: O RETORNO DO DESEJO PROIBIDO
Por ocasião da exposição, será lançado pelo Instituto Tomie Ohtake em conjunto com Louise Bourgeois Studio um catálogo, com 480 páginas, em dois volumes, em um dos quais pela primeira vez se publica uma série de textos inéditos de Louise Bourgeois, sob a rigorosa seleção de Phillip Larratt-Smith. Estes escritos, amplamente citados, porém nunca antes reproduzidos, ilustram o pensamento da artista e seu vínculo com o processo psicanalítico. No outro volume está reunido o pensamento de destacados ensaístas e conhecedores da obra de Bourgeois, como o próprio curador, Donald Kuspit, Paul Verhaeghe e Julie de Ganck, entre outros, enriquecendo o viés psicanalítico que a exposição propõe (preço R$99,00).
Mesa Redonda
LOUISE BOURGEOIS: O RETORNO DO DESEJO PROIBIDO
08 de julho, às 19h (grátis)
Participação de Philip Larratt-Smith, Eliane Robert Moraes e Cecília de Almeida Salles
Philip Larratt-Smith é curador independente e escritor radicado
Eliane Robert Moraes é pesquisadora das relações entre literatura e erotismo, professora de Literatura Brasileira na FFLCH da Universidade de São Paulo (USP), e pesquisadora do CNPQ. Atua ainda como crítica literária, colaborando em jornais e revistas de São Paulo e do Rio de Janeiro. Entre suas publicações destacam-se diversos ensaios sobre o imaginário erótico nas artes e na literatura, e a tradução da História do Olho de Georges Bataille (Cosac & Naify, 2003). Publicou, dentre outros, os livros: Sade - A felicidade libertina (Imago, 1994), O Corpo impossível – A decomposição da figura humana, de Lautréamont a Bataille (Iluminuras/Fapesp, 2002), além de Lições de Sade – Ensaios sobre a imaginação libertina (Iluminuras, 2006).
Cecília Almeida Salles é mestre e doutora
Espetáculo de Denise Stoklos
LOUISE BOURGEOIS – FAÇO, DESFAÇO, REFAÇO
23 e 24 de julho, às 20h
Ingressos (grátis) devem ser retirados no Instituto Tomie Ohtake, de
Louise Bourgeois – Faço, Desfaço, Refaço de Denise Stoklos, antes de vir ao Brasil, em 2005, estreou no Teatro
Ficha Técnica: Concepção, Tradução e Adaptação do texto, Dramaturgia, Direção, Coreografia, Figurino, Iluminação e Atuação: Denise Stoklos. Texto, cenário e música: Louise Bourgeois. Curadores (New York): Jerry Gorovoy e Paulo Hernkenhoff. Assistência de direção (New York): Wilson Lória. Fotografia, ambientação cênica, vídeo (NY. e Brasil): Thais Stoklos Kignel. Música especial: rap “OTTE” composto e interpretado por Louise Bourgeois com música de Satch Hoyt e Raimuntcho Matta. Iluminação: Marcel Gilber Assistência de direção (Brasil) e Produção: Patrícia Torres.
Exposição: LOUISE BOURGEOIS: O RETORNO DO DESEJO PROIBIDO
Abertura 07 de julho, às 20h (para convidados):
De 08 de julho a 28 de agosto, terça a domingo das 11h às 20h – entrada franca
Instituto Tomie Ohtake
Av. Faria Lima, 201 (Entrada pela Rua Coropés) - Pinheiros SP Fone: 11.2245-1900
Informações à Imprensa
Marcy Junqueira – Pool de Comunicação
Contato: Martim Pelisson / Fone: 11.3032-1599
marcy@pooldecomunicacao.com.br / martim@pooldecomunicacao.com.br
Se a gente falasse menos
Talvez compreendesse mais
Teatro, boate, cinema
Qualquer prazer não satisfaz
Palavra figura de espanto
Quanto na terra tento descansar
Mas o tudo que se tem
Não representa nada
Tá na cara
Que o cara tem seu automóvel
E tudo que se tem
Não representa tudo
O puro conteúdo é consideração
Não goza de consideração