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quarta-feira, 21 de fevereiro de 2018

CIRCONJECTURAS - Rafael Silveira

Que grata surpresa encontrar essa linda exposição quando da visita à mostra São Paulo: Sinfonia de uma metrópole no Centro Cultural da FIESP, com pouca divulgação está sendo levada nas novas salas inauguradas há poucos meses e que sempre nos proporcionam lindos passeios.

Um artista multifacetado, já com uma longa estrada percorrida nos traz uma parte de sua grande  mostra ocorrida no Museu Oscar Niemeyer de Curitiba, onde levou noventa mil visitantes.

As obras escolhidas, todas muito belas, instigam e nos fazem pensar, e facilmente encontramos nossas interpretações, não necessariamente, ou quase nunca, as mesmas que o artista sentiu quando da criação.

A montagem merece um elogio à parte pois o curador conseguiu uma disposição eficiente com uma iluminação que realça todos os detalhes dos objetos.

Uma bela visita a um espaço que completa um importante espaço cultural da cena paulistana.




Imagem - Arrigo Barnabé


Abaixo das imagens, o "press-release", fornecidos pela assessoria de imprensa do evento.











ANIVERSÁRIO DE SÃO PAULO TEM ESTREIA DA EXPOSIÇÃO CIRCONJECTURAS NO CENTRO CULTURAL FIESP
Sucesso de público em Curitiba, a mostra do artista Rafael Silveira chega pela primeira vez a São Paulo, com curadoria de Baixo Ribeiro. As 40 obras e instalações convidam o público a mergulhar na mente surrealista do artista paranaense

São Paulo, janeiro de 2018 – Circonjecturas é o neologismo criado pelo artista plástico Rafael Silveira para nomear sua primeira grande exposição individual, que desembarca no Centro Cultural Fiesp no dia 25 de janeiro, às 14h, com entrada gratuita. “O ‘circo’ está relacionado a uma representação exagerada, um espetáculo; e as ‘conjecturas’ são uma alusão ao mundo das ideias, à mente. Por isso essa exposição tem um caráter imersivo, como um convite a abandonar o mundo real e explorar um universo onírico”, explica o artista. 
Após atrair cerca de 100 mil pessoas em sua passagem por Curitiba em julho do ano passado, Circonjecturas chega à Avenida Paulista com 40 obras, sendo dez inéditas.  A curadoria de Baixo Ribeiro reúne desde pinturas e esculturas até bordados e instalações interativas, que mesclam elementos do circo, botânica, tatuagem, publicidade dos anos 1950 e cultura pop e underground.
O curador afirma que a exposição foi pensada para o público em geral. “O trabalho do Rafael Silveira trafega entre diferentes linguagens. Ele desenvolveu um jeito próprio de alcançar um público diverso a partir de uma pesquisa muito íntima, que vai para o inconsciente, um lugar muito profundo e distante, e também uma pesquisa sobre a própria publicidade, a imagem clichê. O que ele faz com essas duas raízes é o que é interessante e especial sobre sua obra”.
Logo no começo da visita, o público atravessa um portal guardado por uma escultura-monstro”, cujos dentes são teclas que podem ser tocadas, e chega ao Corredor das Ilusões, composto por esculturas cinéticas de um metro e meio cada e efeitos de luzes negras. No Salão das Pinturas um robô de madeira todo pintado à óleo e um sorvete gigante de 9 metros de comprimento derretendo no chão, que serve como banco tátil, chamam a atenção. “O nonsense é um contraponto essencial em minha obra, como um alívio à pressão que a sociedade exerce por respostas sobre o sentido das coisas”, comenta Rafael.
Uma das peculiaridades do trabalho do paranaense são os desenhos tridimensionais feitos de bordados, ou “ponto-cruz-credo”, como gosta de definir a técnica usada nas peças que confecciona em parceria com sua esposa, a designer de moda e artista têxtil Flávia Itiberê. Rafael explica que os bordados são uma parte nova e importante de sua obra: “é uma categoria que surgiu organicamente de nossa convivência. As referências do universo da moda que ela trouxe para minha pesquisa tiveram impacto irreversível no meu trabalho, e criamos muita coisa juntos”.
O talento e a abordagem lúdica e convidativa de Rafael lhe renderam, em 2008, um convite para desenhar a arte da capa do disco Estandarte, da banda Skank. A pintura, que completa dez anos, também está em exibição na mostra.

MULTIFACETADO
Para além das artes plásticas, Rafael também costuma se aventurar em outra paixão: a música. Integrante da banda Os Transtornados do Ritmo Antigo há quatro anos, ele mesmo ajudou a produzir a trilha sonora da exposição, composta por várias faixas de trompetes tocadas ao mesmo tempo, algumas delas invertidas.
O público vai poder conhecer esse outro lado do artista no show que a banda fará no palco do projeto Domingo na Paulista, em frente ao Centro Cultural Fiesp, em uma data ainda a ser confirmada.

OBRAS DE DESTAQUE
Sorvete
A instalação interativa tem forma de um sorvete gigante de 9 metros de comprimento e 4 de largura. A casquinha é feita em fibra de vidro e a parte que simula um sorvete derramado é um tecido estofado, que funciona como uma espécie de sofá para os visitantes.
O sorvete é uma figura recorrente no imaginário do artista como uma representação da urgência e do efêmero na condição humana.

O Contraste É O Sentido
Misto de pintura, escultura e instalação, a obra de mais de 1,80m de altura evidencia o conflito entre o natural e o artificial em 33 faces pintadas a óleo. Ao observar cada uma das diferentes partes que compõem o robô, o visitante se depara com a sensação de perceber algo novo, seja ele o inusitado, ou o detalhe.

Salão dos Bordados
Uma instalação de esculturas suspensas feitas de fibras diversas, bordadas manualmente. Ao ser iluminada, cada peça de bordado se transforma em um “stencil de luz”, que pinta a parede ao fundo com sombras gráficas.

SOBRE RAFAEL SILVEIRA
Nascido em Paranaguá, mas radicado em Curitiba, Rafael Silveira graduou-se em Publicidade e Propaganda no Centro Universitário Curitiba (Unicuritiba). Trabalhou em agências de publicidade e em 2008 ficou conhecido por ter uma de suas obras estampando a capa do disco Estandarte da banda Skank.

SOBRE BAIXO RIBEIRO
Galerista e curador, é um dos fundadores da galeria Choque Cultural, que se tornou uma das principais referências globais em arte urbana e novas linguagens contemporâneas, apresentando jovens artistas ao lado de nomes já consagrados e internacionais.


Serviço:
Exposição Circonjecturas
Local: Espaço de Exposições do Centro Cultural Fiesp (Avenida Paulista, 1313 – em frente à estação Trianon-Masp do Metrô)
Abertura: 25 de janeiro, às 14h
Período: de 25 de janeiro a 6 de maio de 2018
Horários: terça a sábado, das 10h às 22h, e domingo, das 10h às 20h
Capacidade: 90 pessoas
Agendamentos escolares e de grupos: 3146-7439
Entrada gratuita. Mais informações pelo site www.centroculturalfiesp.com.br


Caro jornalista, para credenciamento, favor enviar nome completo e veículo para o e-mail raisa.scandovieri@fiesp.com.br até dia 24 e aguardar confirmação.


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Assessoria de Imprensa Centro Cultural Fiesp | www.centroculturalfiesp.com.br
Raisa Scandovieri | +55 (11) 3549-4846

domingo, 18 de fevereiro de 2018

São Paulo: Sinfonia de uma Metrópole

Essa exposição nos causa um saudade nostálgica de uma época que não vivemos, de uma cidade que não existe mais, tragada pela verticalização exacerbada de seu centro geográfico e a falta de normas e leis urbanísticas que pudessem preservar alguns prédios maravilhosos tragados pelo "progresso".

O Centro Cultural da FIESP sempre nos trazia magníficas mostras de fotografias, principalmente em associação ao Instituto Moreira Sales, antes da inauguração de sua nova sede na Av. Paulista, que sofria de falta de espaço em sua sede paulistana em Higienópolis.

Agora com a abertura de um salão destinado a fotografia, já começa a nos apresentar eventos memoráveis deste suporte que sempre me encantou. Louvável iniciativa que abrilhanta ainda mais nosso universo cultural, reafirmando a vocação de São Paulo como a capital cultural da América Latina.

Um lindo passeio, a ser apreciado com o necessário vagar de um deleite.



Joelho de Porco - Bom dia São Paulo


Abaixo das imagens, o "press-release", fornecidos pela assessoria de imprensa do evento.


Carnaval na avenida São João em 1936

 Cultura de café - Colheita


 Imigrantes asiáticos Porto de Santos


Imigrantes europeus


                                                        Imigrantes europeus


Praça do Patriarca



Rua XV de Novembro


Exposição inédita do fotógrafo
Theodor Preising exalta urbanização da cidade de São Paulo

Com estreia no dia 25 de janeiro de 2018, mostra homenageia os 464 anos da cidade e marca o aniversário de um ano da Galeria de Fotos do Centro Cultural Fiesp. As 61 fotos são registros da primeira metade do século XX, realizados pelo alemão radicado no Brasil
 

 
São Paulo, dezembro de 2017 – O retrato do projeto magnânimo de uma cidade prestes a se transformar em uma grande metrópole; a construção de um parque industrial e a verticalização de seu centro histórico, acompanhados por um crescimento populacional inédito: esta foi a São Paulo registrada pelas lentes do fotógrafo alemão Theodor Preising (1883-1962). Seu trabalho, ainda pouco reconhecido, mas crucial para a documentação de toda uma época, agora é celebrado pela exposição São Paulo: Sinfonia de uma Metrópole, mostra que a Galeria de Fotos do Centro Cultural Fiesp recebe de 25 de janeiro a 25 de março de 2018, com entrada gratuita.
Com curadoria de Rubens Fernandes Junior e concepção da Brazimage, a exposição reúne 61 imagens em preto e branco, registradas entre 1925 e 1940, além de revistas e cartões postais da época. A mostra traz ainda trechos do filme São Paulo, sinfonia da metrópole (1929), que inspirou o nome da exposição. Exercício de vanguarda cinematográfica brasileira, o documentário cultua a modernidade então recém-chegada à capital paulista.
A exposição apresenta ao público um panorama documental da cidade durante a primeira metade do século XX. A chegada dos imigrantes ao Porto de Santos e às hospedarias paulistanas, o carnaval de rua da década de 1930, o lazer sediado pelo antigo Sport Club Germânia – hoje Clube Pinheiros –, e a passagem do dirigível Zeppelin pela capital são alguns dos ensaios de Preising que poderão ser conferidos de perto.
As colheitas do café e do algodão no interior do Estado, razão da riqueza que sustentava a elite paulistana, também foram temas de seus registros. Sua versatilidade técnica e qualidade estética possibilitou formar um amplo inventário criativo e documental sobre o Estado, oferecendo ao público uma visão privilegiada sobre a formação da capital no período entre as duas guerras.
Perspicaz, o fotógrafo teve sensibilidade aguçada ao entender que o momento era de transformação, não somente do espaço urbano, mas também das relações sociais. A cidade se modernizava com a clara intenção de atrair novos investidores.
“Costumo dizer que a fotografia brasileira é um grande iceberg, do qual conhecemos a ponta. Quando tratamos dos fotógrafos do período entre guerras, por exemplo, [Guilherme] Gaensly e B. J. Duarte estão no mainstream e, justamente por isso, são reconhecidos pelo grande público. Theodor Preising tem um trabalho tão importante quanto os demais, mas infelizmente acabou caindo no esquecimento”, pontua o curador. “Essa mostra vem justamente para trazê-lo para a ponta do iceberg. A exposição nasce com o intuito não só de ressignificar o seu acervo, mas também apresentar ao público uma releitura de uma cidade que mudou muito ao longo dos últimos 80 anos”, conclui.
Theodor Preising – Uma figura a ser revelada
Nascido em 1883, em Hildesheim, Alemanha, Theodor Preising foi fotógrafo nas frentes de combate da Primeira Guerra Mundial. Tal experiência, combinada à difícil situação econômica alemã no período pós-guerra, foi fundamental para a sua decisão de emigrar.
Em 1920, viajou à Argentina com a ideia de estabelecer residência. Insatisfeito, chegou ao Brasil em 1923 – morou primeiro no Guarujá, e depois em São Paulo, onde montou seu laboratório. Uma das suas primeiras atividades empreendidas por aqui foi a de comercializar máquinas fotográficas, acessórios e cartões postais no Grande Hotel de Guarujá. 
A partir de 1924, depois de já instalado na capital, começou a produzir cartões postais e álbuns de várias cidades do Brasil, atividade então inovadora e fundamental para a distribuição das imagens do país mundo afora. Além de São Paulo, as cidades de Ribeirão Preto, Rio de Janeiro, Petrópolis, Salvador, Curitiba, Joinville e Foz do Iguaçu também tiveram seu dia-a-dia registrado pelas lentes do fotógrafo. Esta produção se estendeu até o início da Segunda Guerra Mundial, quando o governo proibiu os estrangeiros dos países do Eixo de fotografar nos espaços públicos. Preising se voltou, então, às culturas de café e de algodão no interior de São Paulo e do Paraná. 
No início da década de 1930, colaborou com a revista The National Geographic Magazine e com o jornal O Estado de S. Paulo. Foi um dos primeiros profissionais a introduzir no Brasil as câmeras de pequeno formato, como a Leica e a Contax, o que lhe permitiu realizar ensaios fotográficos com agilidade e precisão não muito comuns para época.
Em 1936, juntamente com Benedito Junqueira Duarte, fotografou para a Revista S. Paulo, publicação do governo paulista que se tornou a grande experiência modernista de revista ilustrada no país. Trabalhou ainda no Departamento de Imprensa e Propaganda (DIP) durante o governo de Getúlio Vargas e na Universidade de São Paulo.
Preising deixou um acervo com mais de 16 mil negativos, que hoje pertencem ao seu bisneto Douglas Aptekmann. “Não cheguei a conhecer o Theodor, mas meu avô, Carlos Preising, também trabalhou como fotógrafo durante muito tempo. Então a fotografia sempre foi algo muito presente em nossa família”, afirma Aptekmann. “Ainda assim, só me apropriei de sua história e de sua grandeza em 2002, quando, junto com meu avô resolvi ‘desenterrar’ os milhares de negativos que ele tinha em seu porão. Descobrimos um acervo riquíssimo, com muitos trabalhos ainda inéditos. Começou aí o meu trabalho de catalogação para tornar público esse material”, completa. Atualmente, a obra de Preising é representada pela Galeria Utópica.
Apesar de ainda pouco reconhecido pela história da fotografia nacional, Theodor Preising é um nome fundamental da iconografia paulistana. Em 2004, sete de suas fotografias foram integradas à 13ª edição da Coleção Pirelli/Masp de Fotografia.
Sobre o filme São Paulo – sinfonia da metrópole 
O documentário nacional realizado em 1929 por Rodolf Rex Lustig e Adalberto Kemeny apresenta a ideia de progresso e ordem social, construída cena a cena, a partir da combinação de mosaicos visuais de uma cidade em desenvolvimento, que tinha como espelho as principais capitais europeias. Os diretores tomaram como inspiração o filme alemão Berlim: sinfonia da metrópole, de 1927, de Walter Ruttmann.
Com montagens elaboradas, o filme mudo traz uma sequência de cenas do cotidiano, do começo ao fim do dia: crianças nas escolas, operários nas fábricas, trabalhadores nas ruas e policiais trabalhando pela segurança do trânsito e dos transeuntes.
Sobre o Curador
Rubens Fernandes Junior é pesquisador e curador independente de fotografia. Professor e Diretor da Faculdade de Comunicação da FAAP, é também Doutor em Comunicação e Semiótica pela PUC-SP.
Ao longo de sua trajetória profissional, realizou curadorias de exposições fotográficas, individuais e coletivas, no Brasil e no exterior. Recebeu o Prêmio de Melhor Exposição/Curadoria da APCA pelas mostras de Mario Cravo Neto, no MASP (1995), e de Geraldo de Barros, na Galeria Brito Cimino (2006). É ainda curador do Prêmio Wessel de Fotografia. Publicou vários livros e ensaios, entre os quais Papéis Efêmeros da Fotografia (Editora Tempo D’ Imagem, 2015); Fotografia em Revista (FAAP e Editora Abril, 2009); Geraldo de Barros - Fotoformas e Sobras (2006); Labirinto e Identidades - Fotografia Brasileira Contemporânea (2003), ambos pela Cosac Naify.
obre a Galeria de Fotos do Centro Cultural Fiesp
Inaugurada em fevereiro de 2017, a Galeria de Fotos do Centro Cultural Fiesp é gerenciada pelo SESI-SP. Com uma programação voltada para a difusão da produção fotográfica como expressão artística e cultural, o espaço traz quatro exposições anuais, que dão oportunidade a novos artistas e reverenciam o trabalho de profissionais já consagrados no mundo da fotografia.
Serviço:
Exposição São Paulo: Sinfonia de uma Metrópole
Local: Galeria de Fotos do Centro Cultural Fiesp (Av. Paulista, 1313 – em frente à estação Trianon Masp do Metrô)
Período: de 25 de janeiro a 25 de março de 2018
Horár
ios: de terça a sábado, das 10h às 22h; domingos, das 10h às 20h

Classificação indicativa: livre
Agendamentos escolares e de grupos: 3146-7439
Grátis. Mais informações em 
www.centroculturalfiesp.com.br

quinta-feira, 8 de fevereiro de 2018

Retrospectiva sobre Jean-Michel Basquiat

Essa é uma exposição que preencheu plenamente minhas expectativas, encontrei tudo o que esperava ver.

Obras bisonhas, toscas, infantilizadas com alto grau de enfado em algumas e outras permeadas de neuroses ou paranoias com um imenso desdém a tudo e a todos.

Como seu mecenas e incentivador, Andy Wahrol, era um grande marqueteiro que com suas atitudes polêmicas sempre esteve em evidência, inventando até uma origem pobre, de necessidades para criar uma aura mística.

Apesar de ter declarado que SAMO estava morto, continuou essa máxima em seu trabalho.

Posso parecer um maluco que vai contra a opinião estabelecida, mas tenho que ser coerente comigo mesmo. Não acho que isso seja arte, apenas uma brincadeira de mau gosto que por alguma razão passou a ser considerada magnífica.

Talvez sua morte aos 27 anos tenha ajudado sua fama pois acabou fazendo parte dos amaldiçoados que se foram nesta idade como Janis Joplin, Jim Morrison, Kurt Corbain, Jimmy Hendrix e outros tantos.

É um passeio ao CCBB, que sempre vale a visita, onde vocês poderão verificar se tenho ou não razão em minha opinião.



Lou Reed & The Velvet Underground - Wild Child



Abaixo das imagens, o "press-release", fornecidos pela assessoria de imprensa do CCBB
















Retrospectiva sobre Jean-Michel Basquiat, no Centro Cultural Banco do
Brasil (CCBB), reunirá mais de 80 peças do artista, entre quadros,
desenhos, gravuras e pratos pintados; a exposição passará por São Paulo,
Brasília, Belo Horizonte e Rio de Janeiro, respectivamente
SÃO PAULO, BRASÍLIA, BELO HORIZONTE e RIO DE JANEIRO – Neste ano,
uma grande retrospectiva da obra do artista nova-iorquino de ascendência afro-caribenha
Jean-Michel Basquiat vai circular pelo Brasil, com entrada gratuita para o público. Com
mais de 80 peças, entre quadros, desenhos, gravuras e pratos pintados, a incrível coleção
com inúmeras obras-primas do artista poderá ser conhecida no Centro Cultural Banco do
Brasil (CCBB), em São Paulo, em 25 de janeiro, aniversário da cidade. As obras ficarão
em exposição na capital paulista até 7 de abril para, em seguida, serem apresentadas em
Brasília (de 21 de abril, aniversário da capital federal, a 1o de julho), Belo Horizonte (16
de julho a 26 de setembro) e Rio de Janeiro (12 de outubro a 8 de janeiro de 2019). A
vinda desse acervo tão qualificado ao Brasil, em quatro capitais, levou cerca de dois anos
de negociações.

A retrospectiva Jean-Michel Basquiat foiconcebida com obras da família Mugrabi,dona das maiores coleções de Basquiat e também Andy Warhol. As peças foramdisputadas por diversos países, entre elesCoreia do Sul, Japão e Rússia. A incrívelcoleção chega ao país graças à ação conjunta do Banco do Brasil e da produtora Art Unlimited, com patrocínio da BB SEGURIDADE, da BRASILCAP e do
GRUPO SEGURADOR BANCO DO BRASIL E MAPFRE. A curadoria é de PieterTjabbes.

“A iniciativa de apresentar a maior retrospectiva do trabalho de Basquiat na América Latina, em quatro capitais brasileiras, ao longo de um ano, com ingressos gratuitos, reforça o compromisso do Banco do Brasil na formação do público para as artes visuais, no acesso à cultura e no valor da
diversidade”, afirma Alexandre Alves de Souza, diretor de Marketing do Banco do Brasil.

Empresa que concentra os negócios de seguros, previdência, capitalização e planos
odontológicos do Banco do Brasil, a BB SEGURIDADE também reforça que “o
patrocínio à exposição fortalece seu posicionamento de companhia fomentadora da
democratização da cultura no País”, como explica seu diretor, Sergio Augusto Kurovski.
“O patrocínio é uma forma de oferecer à sociedade a experiência de acessar obras tão
importantes nos Centros Culturais Banco do Brasil”.

VIDA CURTA, PRODUÇÃO MARCANTE

Basquiat nasceu em 1960 e morreu jovem, aos 27 anos, de overdose. Seu pai era haitiano
e, sua mãe, descendente de imigrantes porto-riquenhos. Desde muito cedo, foi
reconhecido como um garoto excepcionalmente inteligente. Influenciado pela família
(com a qual viria a ter problemas no fim da adolescência, deixando a casa e vivendo até
alguns dias como um sem teto), rapidamente aprendeu, além do inglês, francês e espanhol,
e foi incentivado a desenvolver seu talento para as artes.

Leitor compulsivo, ainda criança foi atropelado quando brincava nas ruas do Brooklyn.
No acidente, um de seus braços foi quebrado, e seu baço teve de ser retirado. Durante o
longo período de recuperação, sua mãe deu-lhe um exemplar do livro Gray’s Anatomy,
um atlas de anatomia humana do século XIX que influenciaria seus trabalhos artísticos
mais de uma década depois.

“Basquiat é um dos maiores artistas de ascendência afro-caribenha e é exaltado em todo
o mundo. Ele é, fundamentalmente, um artista de Nova Iorque. Sua obra personifica o
caráter da cidade nos anos 70 e 80, quando a mistura de empolgação e decadência da
cidade criou um paraíso de criatividade. Sua obra reflete os ritmos, os sons e a vida da
cidade. Ela sintetiza o discurso artístico, musical, literário e político de Nova Iorque
durante este período tão fértil”, afirma o curador da exposição, Pieter Tjabbes.
Quando morreu, em 1988, Basquiat era uma estrela do cenário artístico de Nova York.
Sua produção, marcada pelo uso, muitas vezes, de materiais simples, como papel comum,
colagens, cópias reprográficas e a combinação de imagens humanas (com frequência
inspiradas no livro de anatomia que sua mãe lhe deu) e palavras, atraía a atenção de
críticos, curadores e, não menos importante, de compradores. Visitar o ateliê do artista
era um evento explorado por seus galeristas, que conseguiam com isso alavancar o
interesse pela novidade e pelos novos trabalhos de Basquiat.

Recentes exposições em Nova Iorque, Milão, Roma e Londres têm valorizado ainda mais
sua produção e suas obras – no ano passado, uma tela sua, Sem título (1982), foi vendida
por mais de US$ 110 milhões de dólares num leilão, fazendo deste trabalho a mais cara
obra e arte norte-americana já vendida. Em 2018, além do Brasil (SP, DF, BH e RJ),
Alemanha (Frankfurt) e França (Paris) receberão mostras bem representativas do artista.
“A BRASILCAP tem imenso orgulho em ajudar a levar para os brasileiros a obra e a
genialidade de Jean-Michel Basquiat”, afirma Marcio Lobão, Presidente
da BRASILCAP. “A companhia acredita que a cultura é um meio de transformação da
realidade e da educação do país”, completa.

De acordo com o curador da mostra, Pieter Tjabbes, um dos elementos essenciais na obra
de Basquiat é sua composição multi-idiomas: “A justaposição de inglês e espanhol é um
dos muitos dinâmicos contrastes culturais dentro da obra que cria a sua energia singular.
Ele conseguiu incorporar todos os diversos elementos de sua formação cultural e do seu
sofisticado auto aprendizado para dentro de pinturas explosivas”, descreve.

Basquiat é também um raro artista negro de sucesso, no contexto das artes plásticas, em
um universo predominantemente branco. Em sua breve carreira, Basquiat trouxe à tona a
negritude e as vicissitudes e traumas experimentados pelos negros nos EUA. “Eu percebi
que não via muitas pinturas com pessoas negras”, explicou o próprio Basquiat, fazendo
um adendo depois: “o negro é o protagonista da maioria das minhas pinturas”.

“É um projeto importante que trará uma nova visão sobre a arte”, aposta Fernando
Barbosa, presidente do GRUPO SEGURADOR BANCO DO BRASIL E MAPFRE nas
áreas de Vida, Rural e Habitacional. “Basquiat foi um artista intenso, composto pela
diversidade e com uma percepção única sobre o mundo”, diz. “Participar de uma mostra
dessa magnitude é uma honra para nós”, reforça. Luis Gutiérrez, presidente do GRUPO
nas áreas de Auto, Seguros Gerais e Affinities, complementa: “o acesso gratuito para a
experiência dessa incrível exposição complementa nosso posicionamento de apoio à
cultura e de fomento da arte como propulsores do fortalecimento da sociedade”.

1976-1979

Como entender uma trajetória que tem início nas paredes do artístico bairro de Downtown
Manhattan e metrô nova-iorquino, numa tag compartilhada com o amigo Al Diaz
(SAMO, abreviatura da expressão Same Old Shit, ou Mesma Merda de Sempre) e que,
em poucos anos, viria a revelar o artista mais adulado pelo mercado de arte de Nova
Iorque?

Essa é, talvez, a mais interessante característica dessa exposição que circulará pelo país.
A retrospectiva proposta permitirá conhecer obras de Basquiat feitas logo depois que ele
deixou de vender cartões postais de sua autoria nas ruas até os momentos finais de sua
produção.

Nessa trajetória, ganham destaque os desenhos de Basquiat. À época, eles eram menos
valorizados pelos marchands e, portanto, caberia afirmar que receberam menos pressão
da crítica e do mercado, permitindo, nos dias atuais, uma leitura mais independente do
projeto artístico de Basquiat. Um dos destaques entre os diversos desenhos presentes na
exposição é Hong Kong (1985).

A produção artística de Basquiat tem início quando, aos 16 anos, ele começa a espalhar
poemas e epigramas assinados como SAMO, junto com Al Diaz, por Nova Iorque. Os
grafites e cartazes na linha D do metrô e em outras áreas de Manhattan atraíram a atenção
do Village Voice, jornal independente que destacou a produção do grafite nova-iorquino,
marcou uma geração de artistas e militantes LGBT nos Estados Unidos e permanece,
ainda hoje, ativo.

Basquiat torna-se um artista célebre, com aparições frequentes em programas de TV. Em
1979, o codinome SAMO é abandonado, numa intervenção na cidade que aumentou ainda
mais sua notoriedade: a inscrição “SAMO is dead” apareceu grafitada no SoHo, no baixo
Manhattan, bairro que marcou a história da arte norte-americana do período.

1980-1982

Em 1979, Basquiat formou uma banda com Shannon Dawson, Michael Holman, Nick
Taylor, Wayne Clifford e Vincent Gallo, inicialmente chamada Test Pattern, mas depois
rebatizada como Gray. Em 1980, essa banda realiza diversas performances em clubes da
cidade. A banda faria a trilha do filme Downtown’81, escrito por Glenn O’Brien e dirigido
por Edo Bertoglio. Também em 1980, obras de Basquiat são expostas na coletiva The
Times Square Show, e no ano seguinte, abre a primeira mostra só de seus trabalhos, na
galeria Annina Nosei. Em dezembro de 1981, um artigo publicado na Artforum torna
Basquiat conhecido internacionalmente. Esse é um dos períodos mais produtivos de
Basquiat. Algumas das peças de maior destaque da exposição que vem ao Brasil, como
Hand anatomy (Anatomia da mão, 1982), Old Cars (Carros velhos, 1981), Selfportrait
(Autorretrato, 1981), Do not revenge (Não se vingue, 1982) e Loin (Lombo, 1982) foram
produzidas neste período. Muitos dos seus trabalhos dessa época foram pintados em
portas, em esquadrias de janelas e em peças de madeira jogadas fora e que ele achava
pelas ruas.

1983-1988

Em 1982, Basquiat conhece Andy Warhol, de quem se torna amigo. Entre 1984 e 1985,
eles trabalhariam em parceria em uma série de quadros. Do trabalho conjunto, o público
brasileiro poderá ver Heart Attack (infarto, 1984). Nesse período, Basquiat é um artista
celebrado, disputado pelas galerias e com frequentes exposições internacionais. Apesar
do vício em heroína, sua produção se mantém. Em 1988, ano de sua morte, expôs em
Paris (França) e em Dusseldorf (Alemanha). Entre os trabalhos desses anos, estará
exposta no Brasil Rusting Red Car (carro vermelho enferrujado, 1984). De acordo com
Pieter Tjabbes, “a habilidade de projetar sua poderosa personalidade e sua inteligência
aguda para dentro de sua obra mantém as realizações de Basquiat sempre vivas”. É essa
capacidade que o Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) e a Art Unlimited apresentarão
ao Brasil em quatro capitais, em 2018. Imperdível.


PATROCÍNIO
BB SEGURIDADE
BRASILCAP
GRUPO SEGURADOR BANCO DO BRASIL E MAPFRE
Centro Cultural Banco do Brasil São Paulo
Rua Álvares Penteado, 112 – Centro. São Paulo-SP
Acesso ao calçadão pelas estações Sé e São Bento do Metrô
(11) 3113-3651/3652 | Quarta a segunda, das 9h às 21h
ccbbsp@bb.com.br | www.bb.com.br/cultura | twitter.com/ccbb_sp | facebook.com/ccbbsp |
instagram.com/bancodobrasil
Acesso e facilidades para pessoas com deficiência | Ar-condicionado | Cafeteria e Restaurante | Loja
• Estacionamento conveniado: Estapar - Rua Santo Amaro, 272.
Traslado gratuito até o CCBB. No trajeto de volta, a van tem parada na estação
República do Metrô.
Informações pelo telefone (11) 3113-3651/3652
Valor: R$ 15 pelo período de 5 horas.
É necessário validar o ticket na bilheteria do CCBB.
Assessoria de imprensa do CCBB: Leonardo Guarniero
(11) 4298-1279/1282 | leoguarniero@bb.com.br
Informações para a imprensa sobre a exposição: Agência Galo
DF: (61) 4063-8770 | SP: (11) 3253-3227 | RJ: (21) 4063-7021 | BH: (31) 4063-6331
Fotos, lista de obras e outros materiais para a imprensa em
www.agenciagalo.com/basquiat
contato@agenciagalo.com com Frederico, Lais, Tales ou Thiago

domingo, 28 de janeiro de 2018

Quando a vida é uma euforia

Quando a vida é uma euforia e também repleta de alegria é o que mostra esta exposição Joana Lira, a responsável pela identidade visual do carnaval de Recife há mais de 10 anos.

Numa explosão de cores, músicas e cenas do carnaval pernambucano que nos levam para dentro da folia. Mesmo quem não gosta de carnaval irá se interessar, pois exuberância desta festa chega a empolgar, mesmo que vista à distância.

Percebi em seus traços uma pequena influência de Romero de Brito, nos traços e cores, mas com uma delicadeza particular que se afasta da fonte e constrói um estilo todo novo e muito agradável.

Um lindo passeio que teve na sua abertura apresentações de danças e ritmos dessa terra que fizeram a maioria dos presentes entrar na festa.




Alceu Valença - Pelas ruas que andei


Abaixo das imagens, o "press-release" , fornecidos pela assessoria de imprensa do Instituto Tomie Ohtake.

























Instituto Tomie Ohtake

Apresenta

Quando a vida é uma euforia

Exposição de Joana Lira apresenta o carnaval pernambucano ao público paulistano.

Abertura: 23 de janeiro, às 20h – até 04 de março de 2018
Imagens: goo.gl/bkE9Zs  

Responsável por imprimir nas ruas de Recife a identidade visual e a cenografia do carnaval pernambucano ao longo de dez anos, a artista gráfica Joana Lira apresenta no Instituto Tomie Ohtake o carnaval pernambucano, ressaltando as manifestações regionais, com um olhar atual, repleto de resignificados.

Com curadoria de Mamé Shimabukuro, a mostra promove uma aproximação do visitante com o multifacetado carnaval pernambucano, transportando o público para aquela que é considerada uma das maiores festas populares brasileiras. “A mostra busca uma tonalidade experimental, ao costurar situações imersivas e documentais sobre as histórias e personagens deste carnaval, refletindo sobre como as representações gráficas da cultura carnavalesca interagem com os sentimentos e emoções das pessoas”, afirma a curadora.

Ainda que muito apreciado nacionalmente, o país conhece pouco a particular diversidade de ritmos, melodias, temas e personagens contidos no carnaval de Recife. Por isso a exposição, que conta com trilha sonora de Maurício Badé, é também uma rara oportunidade de o público paulistano mergulhar nas originais narrativas que desenham o imaginário popular desta cultura local. Segundo Ricardo Ohtake, o Instituto realiza esta exposição principalmente pelo projeto exaltar o encontro da arte com a rua. “Joana traduz com seu vigor criativo as tradicionais invenções do povo edificadas na cultura brasileira”, completa.

O primeiro núcleo da mostra trata da ideia de pertencimento, ao trazer conteúdos e registros de manifestações culturais locais, tais como Frevo, Maracatu Rural, Maracatu Nação e Caboclinhos, além das propostas de intervenção urbana realizadas pela artista. Já o segundo favorece a experiência sensorial, apresentando ao visitante a possibilidade de sentir a pulsação do carnaval por meio de grandes projeções marcadas pelo som dos vários ritmos locais. Por sua vez, o terceiro núcleo concentra-se na noção de transcendência, para colocar o espectador dentro da folia, ao exibir personagens em tamanhos monumentais, as grandes proporções que sublinham o trabalho de Joana Lira.

“Joana desenvolveu uma antropologia visual expressa por uma linha preta vazada receptiva, que possibilita a expansão de formas geométricas e cores vibrantes. Ao mesmo tempo, estão implícitas e explícitas relações de euforia, alegria e sensualidade presentes em seu trabalho. Falamos aqui em relações estéticas e de constituição do sujeito relacionados a cidade de Recife, reconhecendo e revivendo raízes da cultura além de promover uma nova educação estética pela sensibilização do olhar”, afirma a curadora.

Entre as manifestações que mantêm viva a tradição do carnaval pernambucano e alimentam a obra de Joana Lira, destacam-se os maracatus nação e rural. Enquanto o nação cultua os orixás africanos com cortejos de reis e rainhas de influências africanas e portuguesas, o rural, de origem indígena, evoca os caboclos da mata, personagens conhecidos como Caboclos de lança, criação oriunda dos trabalhadores da cana de açúcar. Com vestes largas, coloridas e brilhantes, de semblante sóbrio, portam óculos escuros e carregam um cravo branco na boca. Idealizadores do Mangue beat, entre os quais Chico Science (1966-1997), revisitaram o maracatu e, ao incorporar as batidas em samplers de guitarras e outros instrumentos, criaram a síntese do que seria a “música mangue”: um pé na tradição, outro na modernidade.

Igualmente realçado na obra da artista está o consagrado Frevo, no qual a música e a dança foram espontaneamente concebidas pelo povo a partir da mistura de marchas militares e de capoeira, em 1907, período em que se consolidava o carnaval de rua, em Recife. É ao som do frevo que o Galo da Madrugada, bloco que, ao reunir mais de um milhão de pessoas, consagrou-se no livro dos recordes como o maior bloco de carnaval do mundo. Entre as referências há, ainda, os Caboclinhos, grupos inspirados em tribos indígenas, como Caetés, Carijos, Tapuias, Tumpinambás, Tupirapes, Taperaguases.

Joana Lira é artista gráfica pernambucana. Seus trabalhos mais conhecidos estão aplicados em produtos e materiais de comunicação para clientes como ONU, L´Occitane, Banco do Brasil, Folha de São Paulo, AMBEV, Alpargatas, Consul, Canal Futura, TOK & STOK, Unilever, SESC Pompéia, Prefeitura do Recife e Governo do Estado de São Paulo. Realizou as exposições individuais Bichos Aloprados (Recife, 1997) e Quando Tudo Explode (São Paulo, 2017). Participou de exibições coletivas como Design Brasileiro Hoje: Fronteiras, no MAM (São Paulo, 2010), Design para Todos, na V Bienal Brasileira de Design (Florianópolis, 2015), Aparelhamento, na FUNARTE (São Paulo, 2016). Em 2009, foi premiada pelo Pearl Awards, em Nova York, na categoria Best Use of Ilustration, com a ilustração de capa da revista Audi (editora Trip). Em 2015, teve quatro trabalhos selecionados na 11ª Bienal Brasileira de Design Gráfico, na qual recebeu troféu de destaque. Em 2016, Joana foi convidada para participar da 5ª Bienal Iberoamericana de Diseño, em Madri, com a estampa Casario, criada para linha de produtos da Tok&Stok. Ainda em 2015 e em 2016, recebeu junto com a equipe da L´Occitane au Brésil o primeiro lugar no Prêmio ABRE, da Associação Brasileira de Embalagem respectivamente com as linhas Olinda e Água de Coco. Durante 10 anos criou e desenvolveu o projeto de cenografia e identidade visual do carnaval do Recife. Este trabalho lhe rendeu participação em diversas exposições nacionais e internacionais, como a mostra sobre Arte e Cidade no Designmai (Alemanha, 2006), a Expo Xangai (China, 2010), a Samba Etc. no Musée International du Carnaval et du Masque Bélgica, 2011) e a Carna Vale, sobre o imaginário brasileiro na cultura brasileira (São Paulo, 2015). Vive e trabalha em São Paulo desde 1999.

Mamé Shimabukuro, paulistana. Estudou Interior Construction na Parson’s School e Lighting Design na School of Visual Arts em New York, em 1992. No momento cursa Ciências Sociais na PUC-SP como estrutura para o seu trabalho de curadora. Trabalhou durante 18 anos com arquitetura de interiores e branding. Realizou, como curadora e produtora, algumas exposições individuais de artistas plásticos como Lucio Carvalho, Renato Imbroisi, Danilo Blanco, Guilherme Leme entre outros. Em 2014, foi uma das 20 curadoras do primeiro laboratório de curadoria do MAM sob coordenação do curador Felipe Chaimovich, um Projeto de Curadoria Coletiva, que originou a exposição #140 caracteres. No mesmo ano, idealizou o Trans Forma Ação, um projeto que visa, através de happenings nas ruas, acionar o sensível da relação inerente entre os cidadãos e a cidade que habitam. Atualmente está envolvida com o roteiro e direção do documentário Minha Sorte é o Olho que eu Tenho, apresentando uma grande coleção de arte popular que contrapõe o erudito e o popular.

Exposição: Quando a vida é uma euforia
Abertura: 23 de janeiro de 2018, às 20h
Até 04 de março de 2018 - grátis
De terça a domingo, das 11h às 20h
Imagens: goo.gl/bkE9Zs

Instituto Tomie Ohtake
Av. Faria Lima 201 - Complexo Aché Cultural
(Entrada pela Rua Coropés, 88) - Pinheiros SP –
Metrô mais próximo - Estação Faria Lima/Linha 4 - amarela

Informações à Imprensa
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Fone: 11 3032-1599