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quinta-feira, 25 de maio de 2017

Cícero Dias - Um percurso poético

Hoje vejo Denise Mattar como a melhor curadora de arte do Brasil, pois nos últimos anos todas as melhores exposições de arte aqui ocorridas tiveram sua assinatura, 

O que não seria diferente com essa que nos apresenta um conhecido e consagrado pintor que  tem suas obras dispersas nas melhores coleções. Que trabalho hercúleo deve ser localizá-las e reuni-las nesse magnífico evento, como deve ser difícil lidar com o zelo e os ciúmes dos proprietários de tais tesouros que naturalmente devem ter em ceder-los temporariamente. Só mesmo a uma profissional de reconhecida competência e com tal história de sucessos as consegue.

Muito bem distribuídas nas salas do CCBB, mostra as diversas fases e suportes do artista durante sua longeva carreira, cujo denominador comum é a exuberância das cores.

Um magnífico passeio que traz alegria aos olhos e nos remete ao subconsciente de Cícero Dias.



Gaya E Sua Orquestra - Um Brasileiro Em Paris (1961) - Douce France

Abaixo das imagens, o "press-release" fornecidos pela assessoria de imprensa do evento.



























Centro Cultural Banco do Brasil de São Paulo traz a Mostra de Cícero Dias em abril
Exposição Cícero Dias - Um percurso poético passou por Brasília e seguirá para o Rio de Janeiro em agosto; agendamento pode ser feito pela internet

Cícero Dias - Cena rural, c. 1920-29, óleo sobre tela
“O que vivia dentro de mim era o sonho. Contradições
que a natureza criava: o invisível e o visível. As raízes da
infância, profundas mesmo, inseparáveis de mim. Vivia de costas
para o realismo. Ao encontro da poesia”.
                                                                    Cícero Dias
Em 1938, o pintor pernambucano Cícero Dias foi chamado de “um selvagem esplendidamente civilizado” pelo crítico de arte francês André Salmon, que parafraseava um poema de Verlaine para Rimbaud. A definição descreve perfeitamente sua trajetória nas artes, agora retratada pela exposição Cícero Dias - Um percurso poético. A mostra chega à unidade de São Paulo do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB) em 21 de abril depois de sua estreia em Brasília e fica aberta até 3 de julho, antes de seguir para o Rio em 1º de agosto. A abertura da exposição, em 21 de abril, marca o 16º aniversário do CCBB São Paulo, inaugurado em 2001.
Com curadoria de Denise Mattar, curadoria honorária de Sylvia Dias, filha do artista, e produção da Companhia das Licenças, a mostra segue para o Rio de Janeiro em agosto.  
A exposição apresenta ao público um conjunto de 125 obras de um dos mais importantes artistas brasileiros do século XX, que completaria 110 anos em 2017 e cuja trajetória é reconhecida internacionalmente, contextualizando sua história e evidenciando sua relação com poetas e intelectuais brasileiros e sua participação no circuito de arte europeu. Além das obras, a exposição trará ainda cartas, textos e fotos de Manuel Bandeira, Gilberto Freyre, Murilo Mendes, José Lins do Rego, Mário Pedrosa, Pierre Restany, Paul Éluard, Roland Penrose, Pablo Picasso, Alexander Calder, entre outros. “Na sua longa e prolífica carreira, Cícero Dias manteve, como poucos, a fidelidade a si próprio. Sempre foi inteiramente livre, ousando fazer o que lhe dava vontade, sem medo das críticas”, afirma a curadora Denise Mattar.
A mostra
A exposição traz um panorama de toda produção do artista, dividida em três grandes núcleos que delineiam seu percurso poético. São eles: Brasil, Europa e Monsieur Dias – Uma vida em Paris - cada um deles, por sua vez, dividido em novos segmentos, cuja leitura não é estanque, mas entrecruzada e simultânea.
Brasil
A mostra é aberta por “Entre Sonhos e Desejos”, que traz um conjunto de 30 aquarelas produzidas entre 1925 e 1933. “Lírico, agressivo, caótico, sensual, poético e emocionante, o trabalho de Cícero Dias nesse período era muito diverso de tudo o que se produzia na época. Ele sacudiu os nossos incipientes modernistas, estonteados pela força, a estranheza e a espontaneidade da obra de Cícero”,  diz a curadora.
“Memórias de Engenho” é majoritariamente composto por óleos realizados entre 1930 e 1939, quando a produção de Cícero Dias é mais narrativa e lírica, voltada para suas lembranças de infância no Engenho Jundiá. O conjunto reúne também algumas obras raras produzidas na sua adolescência e a famosa gravura aquarelada que ilustrou a primeira versão de “Casa Grande e Senzala”, de Gilberto Freyre, de quem era grande amigo.
 “E o Mundo começava no Recife...” apresenta obras que fazem um contraponto às lembranças rurais, mostrando as recordações urbanas do jovem Cícero no Recife. As casas coloniais debruçadas para o mar, os sobrados e seus interiores, os jardins com casais românticos, e as alcovas - com amores mais carnais. Nesse momento, Cícero produziu obras excepcionais, entre elas Sonoridade da Gamboa do Carmo e Gamboa do Carmo no Recife.
Ainda nos anos 1930, o artista realizou alguns figurinos para importantes espetáculos, como o balé Maracatu de Chico Rei, de Francisco Mignone, em 1933; e o balé Jurupari, de Villa-Lobos, em 1934. Inéditos até hoje, os trabalhos são apresentados na exposição num pequeno conjunto intitulado Teatro.
Europa  
Em 1937, incentivado por Di Cavalcanti, Cícero Dias viajou para Paris. Poucos meses após a sua chegada, ele apresentou uma exposição na Galerie Jeanne Castel, com obras trazidas do Brasil e outras já pintadas em Paris. A mostra foi um sucesso de público, de crítica e de vendas.
Integrado ao ambiente artístico da cidade, Cícero tornou-se muito amigo de Picasso e do poeta Paul Éluard, mas, em 1939, a eclosão da II Guerra veio desconstruir esse momento precioso. Em 1941 ele foi preso e enviado a Baden-Baden para uma troca de prisioneiros e acabou se tornando o responsável por levar a poesia “Liberté” de Éluard para fora da França ocupada pelos nazistas. Impressa pelos Aliados, a poesia foi jogada de avião sobre Paris, para dar ânimo à Resistência. Por essa ação, Cícero foi condecorado no final da Guerra.
“Entre a Guerra e o Amor” reúne majoritariamente reproduções de fotos, cartas, documentos, além de desenhos e aquarelas, de pequeno formato, realizadas por Dias durante a II Guerra Mundial, em condições precárias. São testemunhos das suas vivências no conflito, e também de seu amor por Raymonde, que conhecera nesse período e se tornaria sua mulher.
Quando saiu de Baden-Baden, Dias seguiu com Raymonde para Lisboa, onde sua obra passou por uma mudança radical. Seu trabalho tornou-se eufórico e selvagem, exorcizando os fantasmas da guerra ainda não terminada. Este momento de sua produção define “Lisboa – Novos Ares”.“Nessa fase, Cícero Dias parece saltar sobre nós, ele nos sacode em telas que fariam inveja aos ‘fauves’, pela audácia e pela novidade das buscas cromáticas, dos traços ousados e dos temas irreverentes, irônicos e provocativos. Títulos ambíguos completam as obras: Mamoeiro ou dançarino?, Galo ou Abacaxi? Ele simplifica o desenho, usa pinceladas brutas, cores inusitadas e estridentes, e tonalidades intensas e brilhantes. Tudo grita e desafia!”, destaca a curadora.
Ainda na capital portuguesa, Dias deu início à sua despedida da figuração, em um trabalho que ficou conhecido como fase vegetal, retratado na exposição por “A Caminho da Abstração”. Nesse momento, o artista criou múltiplas imagens superpostas a partir da vegetação, incorporando novos elementos plásticos e borrando fronteiras entre figuração e abstração.
A seguir, Dias passou a trabalhar com formas curvas e sensíveis, abrindo o caminho para a abstração, tornando-se o primeiro artista brasileiro a trabalhar com essa vertente. Sua produção deste período está reunida no segmento “Geometria Sensível”.
Em 1948, Cícero veio para o Brasil para executar uma série de pinturas murais abstratas, consideradas as primeiras da América Latina. O trabalho foi realizado na sede da Secretaria da Fazenda do Estado de Pernambuco, em Recife, e causou intensa polêmica.
Monsieur Dias - Uma vida em Paris
Em 1945, com o final da Guerra, Cícero voltou a Paris convocado por Picasso. Lá ele abandonou as curvas e as cores suaves por um trabalho mais geométrico. “Abstração Plena” reúne um conjunto de obras dessa produção que ele fará até os anos 2000. Longe do Concretismo e da proposta de supressão da subjetividade, o abstracionismo de Dias é vibrante, quente e luminoso, mais próximo de Kandinsky. Na Europa, seu trabalho foi acolhido com entusiasmo, e ele passou a integrar o Grupo Espace e a expor na importante galeria Denise René.
Avesso a escolas e fiel a si próprio, Cícero Dias desenvolveu nos anos 1960, paralelamente à sua pesquisa geométrica, uma série chamada “Entropias”, nas quais deixava a cor escorrer, misturar-se, e esvair-se. A série é representada na exposição por um pequeno grupo de trabalhos.
“Menos do que tachismo, ou abstracionismo informal, as entropias parecem um despudorado mergulho nas possibilidades do uso da tinta; sem retas, sem linhas marcadas, sem nenhum esquema formal a cumprir - o fascínio da liberdade, do deixar-se ir”, afirma Denise Mattar.
No final dos anos 1950, Cícero Dias retornou às suas origens trazendo de volta o imaginário lírico, permeado de memórias e referências de sua terra natal. Mas o fez em outro diapasão, incorporando as suas descobertas ao longo da vida. Resgatou a delicadeza das mulheres sonhadoras e esvoaçantes dos anos 1920, manteve os traços largos e a audácia colorística dos anos “fauves”, e apoiou essas imagens na estrutura geométrica de sua abstração. Para a curadora, “essa vertente, que pintará até o final de sua vida, tem sabor mais doce, como fruta madura”.
Acervos
As obras que integram a mostra provêm de algumas das principais instituições do país, como Museu de Arte Contemporânea de São Paulo (MAC-USP), Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM-RJ), Museu Oscar Niemeyer (MON), Museu de Arte Brasileira da FAAP (MAB-FAAP), Museu do Estado de Pernambuco (MEPE), Fundação Gilberto Freyre, Instituto Casa Roberto Marinho, além de coleções particulares como Sérgio Fadel (RJ), Gilberto Chateaubriand (RJ), Waldir Simões de Assis (PR) entre outros. Completa a exposição um expressivo número de trabalhos vindos de coleções internacionais, criando assim uma oportunidade única para a apreciação da obra desse grande artista.
Educativo
Um conjunto de atividades na exposição possibilita ao público de todas as idades entender a variedade da obra de Cícero Dias e os elementos recorrentes que a permeiam. Uma instalação multimídia, por exemplo, permite que o visitante escolha entre imagens presentes no trabalho do artista e crie sua própria aquarela. Por meio de um quebra-cabeças o público pode também reconstituir o painel de 11 metros da obra Eu vi o mundo... ele começava no Recife. Fragmentos de seis obras de várias fases de sua carreira formam ainda um cubo-mágico que pode ser montado das mais diversas formas.
Os visitantes também podem fazer uma visita guiada pelo celular, com a ajuda de um aplicativo que pode ser baixado na Apple Store ou no Google Play, também disponível em libras. O guia conduz o público por um caminho sonoro de 30 pontos fundamentais para a compreensão da arte e da vida do artista.
Clique aqui para mais imagens.
Serviço:
Exposição Cícero Dias - Um percurso poético
Centro Cultural Banco do Brasil | CCBB SP
Período expositivo: 21 de abril a 3 de julho       
Horário de visitação: de quarta-feira a domingo, das 9h às 21h
Entrada franca:                    
Agendamento realizado pelo sistema Ingresso Rápido – aplicativo disponível para Android e IOS ou site www.ingressorapido.com.br
Endereço: Rua Álvares Penteado, 112 – Centro
Próximo às estações Sé e São Bento do Metrô
Informações: (11) 3113-3651/3652     
Estacionamento conveniado: Estapar
Rua Santo Amaro, 272
R$ 15,00 pelo período de 5 horas. (Necessário validar o ticket na bilheteria do CCBB.)
Traslado gratuito
Transporte gratuito até as proximidades do CCBB – embarque e desembarque na Rua Santo Amaro, 272, e na Rua da Quitanda, próximo ao CCBB. No trajeto de volta, tem parada no Metrô República.
Acesso e facilidades para pessoas com deficiência física // Ar-condicionado 
www.bb.com.br/cultura - www.facebook.com/ccbbsp - www.twitter.com/ccbb_spwww.instagram.com/ccbbsp
Centro Cultural Rio de Janeiro | CCBB Rio
Período expositivo:  1º de agosto a 25 de setembro
Endereço: Rua Primeiro de Março, 66 – Centro
Horário de visitação: de quarta-feira a domingo, das 9h às 21h
Entrada franca
A4&Holofote
+55 (11) 3897-4122

Cristiane Nascimento – cristianenascimento@a4eholofote.com.br
Fernanda Reis – fernandareis@a4eholofote.com.br
Neila Carvalho – neilacarvalho@a4eholofote.com.br
Mai Carvalho –maicarvalho@a4eholofote.com.br
Assessoria de Imprensa CCBB SP
Tel: (11) 3534-6761 (11) 94813-6383
Leonardo Guarniero:  leoguarniero@bb.com.br



segunda-feira, 17 de abril de 2017

Construções Sensíveis: a experiência geométrica latino-americana na coleção Ella Fontanals-Cisneros

O Centro Cultural da FIESP, através de sua Galeria de Arte nos traz essa magnífica mostra de arte concreta da coleção Ella Fontanals-Cisneros que possui obras das mais representativas dessa corrente de criação.

Com obras artistas de toda a América Latina que estão certamente em qualquer enciclopédia de Belas Artes, nos apresenta um belo apanhado de tudo, pintura, esculturas, montagens e fotografias, o que de bom consta em seu acervo.

É muito bom ver ou rever obras de artistas icônicos como Jesus Rafael Soto, Ligya Clark, Hélio Oiticica e Julio Le Parc entre outros.

Um magnífico passeio em um centro cultural que vai se tornando referência em belíssimas exposições.



Gnossienne No. 2 Avec étonnement - Olga Scheps


Abaixo das imagens, o "press-rease", fornecidos pela assessoria de imprensa da FIESP.






























São Paulo, março de 2017– O Brasil receberá em abril uma das mostras mais abrangentes e representativas da arte abstrata da América Latina. A exposição Construções Sensíveis: a experiência geométrica latino-americana na coleção Ella Fontanals-Cisneros, que abre dia seis na Galeria de Arte do Centro Cultural Fiesp, gerenciada pelo SESI-SP, em São Paulo, traz 124 obras de 63 artistas, de sete países da América Latina. Montada pelos curadores Rodolfo de Athayde e Ania Rodríguez, da Arte A Produções, a partir da coleção Ella Fontanals-Cisneros, a mostra, que fica em cartaz até 18 de junho, engloba desde pintura, desenho ou obras sobre papel, até esculturas, objetos, fotografias e vídeos. A entrada é gratuita.
"A exposição traz ao Brasil um recorte da abstração no nosso continente. Junto ao importante legado do concretismo e neoconcretismo brasileiros, são apresentadas as poéticas abstratas que prosperaram em outros países a partir dos anos de 1930”, explica Ania. Vários dos nomes representados na mostra têm reconhecimento internacional e muitos influenciaram e foram influenciados por latinoamericanos que encontraram em Paris ou Nova Iorque, pontos comuns de contato, intercâmbio e informação na época.
Essa rara oportunidade de conhecer num único evento, tantos e tão instigantes autores e obras só foi possível porque Ella Fontanals-Cisneros construiu, a partir de 1970, uma coleção de arte abstrata geométrica e concreta, que já reúne mais de 2,6 mil obras, produzidas entre 1920 e 1982.
Com a instalação, em 2002, da Fundação de Arte Cisneros-Fontanals (CIFO, The Cisneros Fontanals Art Foundation) criaram-se condições para apoiar artistas latino-americanos tanto em suas produções, quanto na realização de exposições e promoção de arte e cultura.
A colecionadora, nascida em Cuba e criada na Venezuela, faz questão que o público tenha acesso ao que ela conseguiu reunir. “No meu caso, a motivação fundamental é aprender; a abstração me interessa e por isso continuo adquirindo obras, mas simultaneamente me agradam outras coisas e quero aprender mais sobre o conceitual”, comenta Ella Fontanals-Cisneros, que estará presente à abertura da exposição, na Galeria de Arte do Centro Cultural Fiesp, localizado em plena Avenida Paulista, em abril. E ali o público poderá apreciar o diálogo entre os artistas e grupos formados em países como Brasil, Argentina, Uruguai, Cuba, Venezuela, Colômbia e México, potencializado pela exposição.
Desde a sua fundação, a CIFO já doou mais de um milhão de dólares para mais de 120 artistas da América Latina, para ajudar na criação e exibição de novos trabalhos. E organizou exibições da coleção de Ella Fontanals-Cisneros em várias instituições, de diversos países. Esse ambiente de estímulo aos criadores e apreço pela arte, desenvolvido pela presidente da Fundação de Arte Cisneros-Fontanals encontrou, nos curadores a parceria adequada para desenvolver o projeto da exposição brasileira. Mostras realizadas com sucesso — Los Carpinteros, Kandinsky, Carlos Garaicoa e Virada Russa, para citar algumas — e o grande conhecimento que Ania e Rodolfo têm do panorama artístico da América Latina foram fundamentais para estabelecer a afinidade, que resultou na concretização dessa exposição. Agora, a parceria com o SESI-SP possibilita que o público de todas as idades possa aproveitar essa oportunidade única, sem ter que pagar nada.
Ania destaca que Construções Sensíveisé uma exposição pensada especialmente para o Brasil, e presta uma sutil homenagem à mostra Arte Agora III, América Latina: Geometria sensível, que em 1978 ocupou o Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro e fora destruída por conta de um trágico incêndio. Muitos dos artistas apresentados naquela histórica ocasião estão presentes aqui, como representação das tendências pioneiras na região, agora junto a artistas contemporâneos que apontam para os rumos da abstração hoje”.
Os abstratos brasileiros estão bem representados, com os Bichos e Tteia de Lygia Clark, o Metaesquema de Hélio Oiticica e as fotografias de Thomaz Farkas e Geraldo de Barros, dentre outras obras relevantes.
A história do abstrato na América Latina, com seus paradoxos e contradições, é suscetível a estereótipos e mal-entendidos, mas, ao mesmo tempo, carente de uma pesquisa mais extensa, que registre suas conquistas e alcance a partir de suas concepções particulares. A exposição Construções Sensíveis é um passo importante na abertura desses horizontes, ao colocar ao alcance dos brasileiros esse elenco impressionante de artistas, com entrada gratuita.
OS PAÍSES REPRESENTADOSAbaixo alguns dos autores com obras na exposição, para dar uma ideia da abrangência e da relevância do panorama que foi montado:
  • Argentina: Gyula Kosice, Enio Iommi, Gregorio Vardanega, Martha Boto e Julio Le Parc
  • Brasil: Lygia Clark, Hélio Oiticica, Mira Schendel, Geraldo de Barros e Thomaz Farkas
  • Colômbia: Edgar Negret, Leo Matiz, Eduardo Ramírez Villamizar e Feliza Bursztyn
  • Cuba: Sandu Darie, Loló (Dolores) Soldevilla, José Mijares, Roberto Diago e Carmen Herrera
  • México: Mathias Goeritz e Gunther Gerzso
  • Uruguai: Joaquín Torres García, Héctor Ragni, Antonio Llorens, Maria Freire e Marco Maggi
  • Venezuela: Alejandro Otero, Jesús Rafael Soto, Elsa Gramcko, Gego e Magdalena Fernández
A curadora Ania Rodríguez considera que mesmo nos casos em que não existem vínculos históricos comprovados entre artistas de diferentes latitudes, "os nexos podem ser estabelecidos a partir de uma sensibilidade comum evidente, que filia as tendências derivadas do construtivismo como paradigma estético”.
Para aquela parcela do público que ainda não está habituado às obras abstratas e sinta alguma dificuldade em “entender" propostas não figurativas, talvez seja útil uma frase de Ella Fontanals-Cisneros: “Penso que a arte abstrata é algo sofisticado, cujo gosto e apreciação se vai adquirindo com o tempo”. A exposição Construções Sensíveis é uma excelente oportunidade para aprimorar essa sensibilidade.
VISITAS EDUCATIVAS
Um marco sempre presente nas atividades do SESI-SP, responsável pela gestão da programação do Centro Cultural Fiesp, é o trabalho educativo, que potencializa ainda mais a experiência do público ao entrar em contato com as artes e a cultura, em alguns casos, pela primeira vez.
Pensando na democratização do acesso às manifestações artísticas e culturais em suas várias formas de expressão, o SESI-SP disponibiliza o serviço de visitas mediadas voltadas tanto para grupos escolares, quanto sociais, sem nenhum custo. Os interessados apenas precisam entrar em contado pelo telefone (55 11) 3146-7439, de segunda a sexta-feira, das 10h às 18h30, ou pelo site www.sesisp.org.br/meu-sesi.
Serviço:
Exposição Construções Sensíveis
:A experiência geométrica latino-americana na coleção Ella Fontanals-CisnerosPeríodo: de 6 de abril a 18 de junho de 2017Horários: diariamente, das 10h às 20h (entrada permitida até 19h40)Local: Galeria de Arte do Centro Cultural Fiesp | Avenida Paulista, 1313 (em frente à estação Trianon-Masp do Metrô) - São Paulo, SPCuradoria: Rodolfo de Athayde e Ania Rodríguez |Arte A Produções
Realização:
SESI-SPVisitas educativas: agendamentos escolares e de grupos pelo telefone (55 11 3146-7439).GRÁTIS. Mais informações pelo site www.centroculturalfiesp.com.br
_______________________________________AGÊNCIA GALO | Assessoria Construções Sensíveis
Nara Lacerda - nara.lacerda@agenciagalo.comTales Rocha - tales.rocha@agenciagalo.com
Thiago Rebouças - thiago.reboucas@agenciagalo.com
Telefone: (11) 3253-3227
Assessoria de Imprensa SESI-SP Cultura | www.sesisp.org.br/culturaRaisa Scandovieri - raisa.scandovieri@fiesp.com.brTelefone: (11) 3549-4846
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quarta-feira, 14 de dezembro de 2016

Tesouros Paulistas - Coleção de arte dos Palácios do Governo do Estado de São Paulo

Essa é mais uma das grandes exposições, não pelo tamanho e quantidade de peças e sim pela excelência dos itens apresentados, que nos brinda o Centro Cultural Ruth Cardoso.

Com um a ínfima parte do acervo de arte do Governo de São Paulo, é possível percebermos a força e a exuberância de nosso estado através do tempo pelas aquisições desses tesouros, peças cotidianas de cada época, quase sempre adquiridas como objetos de decoração que com o tempo tornaram-se preciosidades.

A mostra nos traz além do que de melhor temos em nossas artes plásticas como obras de Aldemir Martins, Aleijadinho, Alfredo Volpi, Anita Malfatti, Antonio Gomide, Antonio Rocco, Arnaldo Pedroso D’Horta, Bonadei, Bruno Giorgi, Caciporé Torres, Candido Portinari, Cícero Dias, Claudio Tozzi, Clóvis Graciano, Danilo Di Prete, Darel, Di Cavalcanti, Djanira, Eliseu Visconti, Flávio de Carvalho, Francisco Rebolo, Francisco Vieira Servas, Frei Agostinho de Jesus, Fulvio Pennacchi, Galileo Emendabili, Ismael Nery, Jaime Fonseca Rodrigues, Joaquim Machado de Castro, John Graz, José Cláudio, José Pancetti, Lívio Abramo, Manoel da Costa Ataíde, Marcelo Grassmann, Maria Leontina, Mário Gruber, Mestre Valentim, Nicola de Corsi, Oswaldo Goeldi, Regina Graz, Rossi Osir, Samson Flexor, Tarsila do Amaral, Tomás Santa Rosa, Tomie Ohtake, Vicente do Rego Monteiro, Victor Brecheret e Wesley Duke Lee, magníficas faianças, móveis, oratórios, cerâmicas e adornos.

Senti falta na legenda das peças as informações do local de abrigo e de como foram adquiridas ( compra, doação, herança vacante ou confisco), que seriam úteis como complemento de nosso deleite.

Um lindo passeio num local de fácil acesso com uma bela sala de exposições, que já é há muito tempo referência em cultura paulista.






 Samba Italiano - Adoniran Barbosa

Abaixo das imagens, fornecidas pela assessoria de imprensa da FIESP, o release do site do evento.













O Acervo Artístico-Cultural dos Palácios do Governo do Estado de São Paulo apresenta um panorama  eclético, tanto do ponto de vista da diversidade de tipologias quanto de escolas artísticas. O conjunto apresentado na Galeria de Arte do SESI-SP reúne mobiliário, louçaria, prataria, tapeçaria, pintura e escultura, com destaque para alguns ícones da História da Arte brasileira, do período colonial ao Modernismo, com obras produzidas até a década de 1970. A seleção inédita traz peças do cotidiano dos Palácios dos Bandeirantes (São Paulo) e Boa Vista (Campos do Jordão).
Dividida em três núcleos temáticos – Memória das ColeçõesO objeto como crônica de costumes e A figura como expressão –, a exposição apresenta 322 obras, algumas reconhecidas por instituições internacionais, como é o caso do Museu de Arte Moderna (MoMA). Prestigiado, o museu nova-iorquino já fechou um acordo para que os quadros de Tarsila do Amaral, que estarão expostos primeiramente na exposição Tesouros Paulistas, sigam para uma temporada em solo norte-americano em 2018.
Outro destaque da mostra é a série de 100 pinturas do artista pernambucano José Cláudio da Silva. As telas são resultado de uma expedição à região amazônica, liderada pelo zoólogo e compositor brasileiro Paulo Vanzolini, em 1975. Durante a viagem, o pintor retratou o dia a dia dos povos ribeirinhos e as paisagens exuberantes da região. Durante a visita, será possível ouvir os detalhes da viagem e curiosidades da produção das telas expostas contados em áudio pelo próprio artista.
Elencamos alguns ícones da história da arte brasileira presentes na exposição: Aldemir Martins, Aleijadinho, Alfredo Volpi, Anita Malfatti, Antonio Gomide, Antonio Rocco, Arnaldo Pedroso D’Horta, Bonadei, Bruno Giorgi, Caciporé Torres, Candido Portinari, Cícero Dias, Claudio Tozzi, Clóvis Graciano, Danilo Di Prete, Darel, Di Cavalcanti, Djanira, Eliseu Visconti, Flávio de Carvalho, Francisco Rebolo, Francisco Vieira Servas, Frei Agostinho de Jesus, Fulvio Pennacchi, Galileo Emendabili, Ismael Nery, Jaime Fonseca Rodrigues, Joaquim Machado de Castro, John Graz, José Cláudio, José Pancetti, Lívio Abramo, Manoel da Costa Ataíde, Marcelo Grassmann, Maria Leontina, Mário Gruber, Mestre Valentim, Nicola de Corsi, Oswaldo Goeldi, Regina Graz, Rossi Osir, Samson Flexor, Tarsila do Amaral, Tomás Santa Rosa, Tomie Ohtake, Vicente do Rego Monteiro, Victor Brecheret e Wesley Duke Lee.

Sobre o Acervo de arte dos Palácios do Governo do Estado de São PauloO acervo de arte dos Palácios do Governo do Estado de São Paulo reúne peças que acompanham a história dos edifícios, desde a primeira sede de governo, no Pateo do Collegio (1765 a 1932), aos palácios dos Campos Elíseos (1911 a 1965), do Horto (1949 a 2012), dos Bandeirantes e Boa Vista (ambos desde 1964).

sábado, 3 de dezembro de 2016

Como é possível formar leitores?

Este post foi originalmente publicado em 03/12/2010, não sei porque o blogger não mais o apresenta nessa data.


A foto abaixo, tirada ontem de uma vitrine da Saraiva, ilustra bem o contra senso entre o discurso e a prática dos gestores de nossa política cultural.

O mesmo livro, impresso no exterior, em luxuosa encadernação de capa dura, sendo vendido a R$ 37,90, e a edição brasileira, encadernada modestamente, vendida a R$ 59,00.

A obra importada, feita com maior requinte, custa 35% menos do que a impressa aqui, mesmo tendo pagado todos os encargos inerentes a este processo.

Também já tinha reparado que as obras de escritores nacionais, em edições similares, são vendidas a um preço maior do que as de autores estrangeiros.

Porque isto?


A música que acompanha o texto é mais um clássico de nosso maestro soberano, também muito cultuada e pouco executada.



Surfboard - Antônio Carlos Jobim



sábado, 19 de novembro de 2016

Gaudí: Barcelona, 1900

Sabe aqueles eventos a que você comparece com expectativas modestas e é surpreendido agradavelmente pela beleza do acervo e competência da curadoria em mostrá-los? 

É esse, normalmente exposições relativas a arquitetura são planas, bi-dimensionais, apresentando tão somente fotos e plantas das obras, o que também acontece com esse, com o propósito mais de ilustrar os riquíssimos detalhes de cada uma delas usados pelo artista como enfeites em suas soluções estruturais.

Essa mostra nos traz peças de outros artistas modernistas catalães contemporâneos a Gaudí.

Um magnífico passeio que pode se complementar com as outras exposições apresentadas pelo Instituto Tomie Ohtake.




Les flors de Maig del compositor Anselm Clave, interpretada per l' Orfeò Català. Disc original de l'epoca. Aproximadament anys 1915-1920. Sota la direcciò del mestre Lluis Millet.Enregistrament de 78rpm.



Abaixo das imagens, o "press-reelase", fornecidos pela assessoria de imprensa do Instituto Tomie Ohtake.
















INSTITUTO TOMIE OHTAKE
apresenta
Gaudí: Barcelona, 1900
De 19 de novembro de 2016 a 05 de fevereiro de 2017


Depois de passar pelo MASC em Florianópolis, o Instituto Tomie Ohtake traz à São Paulo a obra universal do arquiteto Antoni Gaudí, com patrocínio do Aché Laboratórios Farmacêuticos, Arteris e Bradesco, apoio da AkzoNobel, Machado Meyer Advogados e Prosegur, e coordenada por Fen-Ian Hsu, da CHI-ZHI. Com trabalhos oriundos do Museu Nacional de Arte da Catalunha, Museu do Templo Expiatório da Sagrada Família e da Fundação Catalunya-La Pedrera, Gaudí: Barcelona, 1900 reúne 46 maquetes, quatro delas em escalas monumentais, e 25 peças entre objetos e mobiliário criados pelo mestre catalão. Completam a mostra cerca de 40 trabalhos de outros artistas e artesãos que compunham a avançada cena de Barcelona nos anos 1900.

Os curadores da exposição, Raimon Ramis e Pepe Serra Villalba, destacam os processos construtivos dos projetos de Gaudí por meio de modelos tridimensionais que ressaltam detalhes de sua arquitetura. No design, móveis e objetos, que vão de maçanetas de metal a peças em cerâmica e madeira, dão conta de como a criação artesanal conseguiu fundamentar a indústria. O conjunto das obras reunidas do consagrado arquiteto catalão testemunha a invenção de uma original geometria, calculada a partir da observação e estudo dos movimentos da natureza. Com este princípio racionalista protagonizado pelo orgânico, Gaudí instaura uma estética moderna única que marcou definitivamente a cidade de Barcelona.

Para ilustrar ainda a pujança de um período em que a capital da Catalunha surge como projeto moderno de cidade, os curadores selecionaram 26 trabalhos entre objetos e elementos decorativos concebidos pelos chamados ensembliers (artesãos de alto nível), além de 16 pinturas. São artistas contemporâneos a Gaudí, que desenvolveram suas obras conforme os preceitos do modernismo catalão. Entre eles destacam-se os pintores Ramón Casas e Santiago Rusiñol, e ensembliers como Gaspar Homar ou Joan Busquets, que decoraram e mobiliaram as casas da burguesia catalã do período.

Trata-se da mesma burguesia que colaborou para a inovação e processo de integração entre urbanismo, arquitetura, arte, design e indústria, atuando como mecenas dessa importante geração de artistas e artesãos que configuraram um dos movimentos mais férteis e representativos da cultura catalã. “Um momento em que foram construídos os fundamentos culturais da Catalunha atual, em que o processo industrial, o lado íntimo, o momento, o acaso, a mecanização etc. vão ganhando espaço, e a atividade artística vai se abrindo a novas propostas”, explicam os curadores. Neste panorama, sugere ainda a dupla, a obra de Gaudí condensa o debate técnico, estético, ideológico e social da virada do século.

Raimon Ramis (Barcelona 1961) é historiador em arte pela Universidade Autônoma de Barcelona e estudou fotografia no Instituto de Estudos Fotográficos da Catalunha e foi fotógrafo de arquitetura. Trabalhou na Fundação La Caixa, Fundação Antoni Tàpies, entre outras entidades. Foi professor da Escola Superior de Desenho de Barcelona e do Centro de Imagens e Tecnologia Multimídia da FPC/UPC, também na capital catalã, onde criou o departamento de recuperação do patrimônio fotográfico Memoria de la image. Ocupou ainda a subdireção do Museu Bariber-Mueller de Arte Pré-colombiana de Barcelona (2004 a 2007), dirigiu o Acampamento da Paz do Fórum Universal das Culturas (2008 a 2011) e supervisionou o III Fórum Universal das Culturas Valparaíso (2010).
Desde 2013, mora em Santiago do Chile, onde é gestor cultural e diretor de Projetos da Fundação MediaBus. Assessora a direção de arquitetura para a construção da capela de Santa María de los Ángeles de Rancagua (Chile), idealizada por Gaudí em 1922, a única obra do arquiteto catalão fora da Espanha. Ramis é ainda curador e colaborador do Centro de Extensão da Pontifícia Universidade Católica do Chile, onde foi curador das exposições Joan Fontcuberta: metabolismos de la imagen (2014) e Gaudí el arquitecto y la forma (2014-2015). Ao longo de sua trajetória participou de diferentes seminários sobre Gaudí, fotografia, arte e educação.

Pepe Serra Villalba (Barcelona, 1969) é diretor do Museu Nacional da Catalunha, desde 2012, depois de ter dirigido o Museu Picasso de Barcelona (2006 a 2012). Focado em patrimônio e gerenciamento de museus de arte, tanto em instituições públicas quanto privadas, Serra ocupou ainda a direção de Museus e Patrimônio Cultural no Departamento de Cultura do Governo da Catalunha (2005 a 2006); foi Coordenador do Programa Públicos e Serviços Culturais da Fundação Caixa Catalunha (2001 a 2005); e coordenador do departamento de exposição do MACBA – Museu de Arte Contemporânea de Barcelona (1996 a 2000).

Entre as exposições com sua curadoria, destacam-se Posters in Catalonia (Tinell Hall, Barcelona, 1995), Eudald Serra Signs of Life (La Virreina, Barcelona, 1999), The Body and the Cosmos (La Pedrera Casa Milà, Barcelona, 2004) e Kees Van Dongen (Museu Picasso, Barcelona, 2009). Na academia, atua como co-diretor e professor na Universidade Pompeu Fabra, em Barcelona, e professor na Universidade de Barcelona, entre outras atividades.

Exposição Gaudí: Barcelona, 1900
Abertura: 19 de novembro
Visitação: 20 de novembro de 2016 a 05 de fevereiro de 2017
De terça a domingo, das 11h às 20h
Ingressos
R$12,00 e R$6,00 (meia-entrada)
-Têm direito à meia-entrada estudantes, idosos com  idade superior a 60 anos e professores da rede pública, mediante apresentação de documento comprobatório.

-Crianças até 10 anos, cadeirantes e deficientes físicos têm entrada gratuita todos os dias da exposição.

-Às terças-feiras a entrada é gratuita mediante retirada de senhas na bilheteria do Instituto Tomie Ohtake


Os ingressos podem ser adquiridos no site www.ingresse.com a partir do dia 8 de novembro às 8h, ou na bilheteria do Instituto Tomie Ohtake a partir do dia 19 de novembro às 10h.

A venda de ingressos será realizada em três lotes:
1º lote: 20 de novembro a 15 de dezembro
2º lote: 16 de dezembro a 11 de janeiro de 2017
3º lote: 12 de janeiro a 5 de fevereiro

Sessões
Ao comprar o ingresso, o visitante deve escolher o período de visitação desejado. Dentro de cada período, a entrada dos visitantes na exposição será organizada por ordem de chegada. O ingresso permite que o visitante entre na exposição ao longo do período indicado, não sendo necessário chegar no horário inicial.

Das 11h às 13h (entrada até às 13h)
Das 13h às 15h (entrada até às 15h)
Das 15h às 17h (entrada até às 17h)
Das 17h às 19h (entrada até às 19h)

Patrocínio: Aché Laboratórios Farmacêuticos, Arteris e Bradesco
Apoio: AkzoNobel, Machado Meyer Advogados e Prosegur

Instituto Tomie Ohtake
Av. Faria Lima 201 (Entrada pela Rua Coropés 88) - Pinheiros SP
Metrô mais próximo - Estação Faria Lima/Linha 4 - amarela
De terça a domingo, das 11h às 20h

Informações à Imprensa
Pool de Comunicação – Marcy Junqueira
Atendimento: Martim Pelisson e Luana Ferrari
Fone: 11 3032 1599