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quarta-feira, 27 de outubro de 2010

Mikhail Baryshnikov - Abertura de "Sol da meia noite"

Esta cena é uma das coincidências da minha vida, numa viagem, em uma pequena papelaria, daquelas em que as mulheres se perdem, observando algumas gravuras vi uma foto de um bailarino flutuando em uma pose quase impossível, que me trazia uma gostosa lembrança.

Chegando, mandei enquadrar o retrato, e percebi os créditos, que informavam o fotógrafo e dono da imagem mostrada.

Pois é, a tenho pendurada há quase vinte anos, e só agora consegui rever esta maravilhosa coreografia de Roland Petit, da abertura deste filme, que tem somente quatro grandes momentos, um dos quais com Helen Mirren, que numa grande atuação, observando uma dança, chora copiosamente.

Engraçado, nunca fui um cinéfilo, muito menos fã de balé, mas o que guardo na memória são os grandes momentos dos musicais.

Prometo trazer outros mais.

Gerda Brentani - A graça de um século sério

Uma exposição empolgante, de uma artista que vinda do exterior contribuiu em muito para o aprimoramento das artes plásticas brasileiras, tendo convivido com vários dos ícones de sua época.

Apesar da economia de cores são desenhos alegres que muito agradam aos sentidos, instigando nossa curiosidade.

O catálogo desta mostra, além de muito bem ilustrá-la, nos traz informações valiosas sobre Gerda Brentani, elevando nossa admiração por ela.

A música abaixo do zoólogo e músico Paulo Vanzolini, seu parceiro no projeto "Bichos", completa este comentário, iluminando a complexidade de seu trabalho.



Paulo Vanzolini - Tempo e Espaço



Abaixo das imagens, fornecidas pela assessoria de imprensa da Caixa Cultural, o "press-release" dos curadores.




SERIEDADE DO SÉCULO XX RETRATADA COM HUMOR NA CAIXA CULTURAL

Exposição Gerda Brentani - A Graça de um Século Sério traz vida e humor a um período marcado pela seriedade


A CAIXA Cultural São Paulo apresenta, de 23 de outubro a 28 de novembro, com entrada franca, a exposição “Gerda Brentani - A Graça de um Século Sério”, que retrata parte da vida e obra da artista italiana radicada no Brasil. A mostra é um panorama do século XX, no Brasil e na Europa, um tempo marcado por imigrações, guerras e inovação.

A graça de um século sério é uma história do trágico século XX figurada pelo olhar enviesado e pelo talento incomum de uma artista, que o viveu quase inteiramente. A história vista por Gerda Brentani é o campo de um olhar estranhamente próximo e distante dos acontecimentos (trágicos ou não) do Brasil, da Europa, de São Paulo, da arte culta, da arte de massas e da arte para crianças. Um século sério que teve a graça de Gerda. Uma artista da “alta” e da “baixa” cultura; da cidade e do salão, do desenho, da tela e da gravura, das imagens com textos e dos textos com imagens. Sem nenhuma afetação intelectualista, Gerda pensava a sério com humor, e tudo ao mesmo tempo.

Em 2010, completa-se 11 anos de sua morte. A mostra traz obras desenvolvidas ao longo de 93 anos de vida, quase um século. A exposição é uma maneira lúdica de tratar de assuntos sérios e densos, pois sua obra permite mostrar, com graça, um século sério. E a partir daí mostrar que nossa relação com o mundo se dá em duas mãos: o mundo nos faz e nós fazemos o mundo.

Vida e Obra

Nascida em Trieste, no norte da Itália, em 1906, formada no centro da alta cultura do Império Austro-húngaro (ao qual a região pertencia à época), Gerda chegou ao Brasil em 1939, passando rapidamente a conviver, por exemplo, com Alfredo Volpi, Ernesto de Fiori, Sérgio Milliet, Arnaldo Pedroso D’Horta, Marcelo Grassmann e Paulo Vanzolini. Após o fim da ditadura Vargas, o Brasil buscava consolidar a democracia e os estrangeiros, tanto os trabalhadores (dentre os quais os artistas), quanto a elite dirigente, procuravam participar desse novo momento.

Gerda se juntou aos imigrantes recém chegados, como Pietro Maria Bardi (que dirigiu o MASP), Ciccilo Matarazzo (um dos fundadores da Companhia de Cinema Vera Cruz, do Museu de Arte Moderna de São Paulo e da Bienal) e os pintores do Grupo Santa Helena. Iniciava, assim, sua participação na vida cultural da cidade, dirigindo por muito tempo o famoso Clubinho dos Artistas Modernos e tomando parte de todas essas novas iniciativas.

Exposição e oficinas

A última mostra coletiva da artista foi realizada em 2004, na Pinacoteca do Estado de São Paulo, com curadoria de Vera D’Horta. Em paralelo à mostra na Caixa Cultural, estão previstas 4 atividades educativas aos domingos: 7, 14, 21 e 28 de novembro. As oficinas serão coordenadas por arte-educadores, e terão atividades para crianças e toda a família. Em 7 de novembro, Leila Garcia contará histórias baseadas na produção literária de Gerda Brentani para crianças. Depois, será a vez de Monique Deheinzelin (neta de Gerda Brentani), que fará oficinas de arte para crianças. A agenda educativa conta ainda com a participação de Adriana Klisys, realizando um “Domingo Lúdico”, baseado na inventividade da obra desta inusitada artista.

Ficha Técnica:

Produção: Fare Arte

Curadoria: Francisco Alambert e Lala Deheinzelin

Informações e entrevistas para a imprensa:

Alvise Migotto

(11) 5102-4396

(11) 8366-0970

amigotto@farearte.com.br

www.gerdabrentani.com.br

Serviço:

Exposição “Gerda Brentani - A Graça de um Século Sério”

Abertura para convidados e imprensa: dia 23/10, às 11h

Visitação: de 23 de outubro a 28 de novembro de 2010

Horário de visitação: de terça-feira a domingo, das 9h às 21h.

Local: CAIXA Cultural São Paulo (Sé) – Galeria Neuter Michelon 1º. andar - Praça da Sé, 111 – Centro – São Paulo/SP

Informações, agendamento de oficinas e de visitas mediadas e translado (ônibus) para escolas públicas: (11) 3321-4400

Acesso para pessoas com necessidades especiais

Entrada: franca
Recomendação etária: livre
Patrocínio: Caixa Econômica Federal

terça-feira, 19 de outubro de 2010

All that Jazz

Esta é mais uma grande cena dos musicais de Hollywood, mais recente, lançado em dezembro de 1979, conta a história romanceada da vida do coreógrafo Bob Fosse.

Nos papéis principais, Roy Schider e Jessica Lange, ambos no auge da carreira.

E a música, On Broadway de George Benson, é um dos ícones dos anos 80, talvez seu maior sucesso, não necessariamente a melhor.

Que pena que na moda agora estão os filmes de vampirinhos, magozinhos ou beisteiróis que nos afastam dos cinemas.



quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Clapton 2010 - Eric Clapton

Confesso que estava cheio de expectativas quando comecei a tocar este novo disco de Eric Clapton, achava que ouviria um bom rock'n roll, pois tinha lido por alto boas críticas do mesmo.

Qual não foi minha surpresa em constatar que invés de um trabalho que nos remetesse às suas origens roqueiras, Clapton nos apresenta um grande CD de Blues e Jazz, mostrando que a evolução de sua carreira não parou e que em sua maturidade seus caminhos o levaram às origens da moderna música americana.



Em "Rolling and Tumbling" ainda ouvimos sua legendária guitarra, nos lembrando vagamente seus primeiros trabalhos.



Rolling And Tumbling

Na música abaixo além do auxílio luxuosíssimo de Wynton Marsalis, Eric Clapton nos mostra que também é um excelente cantor.


When Somebody Thinks You're Wonderful

Estas duas músicas ilustram muito bem o que é este grande álbum.

Divirtam-se.

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Gene Kelly & Cyd Charisse

Esta cena faz parte do trecho final de Singin 'in the rain, e diz a lenda que foi inserido para completar a duração esperada do filme, é uma história dentro da trama principal, que não se relaciona e nem influencia o enredo.

Como a atriz principal, Debbie Reynolds, não era uma bailarina profissional, Gene Kelly um dos diretores, exigiu que sua parceira fosse uma exímia dançarina, recorrendo então a Cyd Charisse, que além de excelente profissional, possuía as pernas mais bonitas de sua época.

Esta é uma arte em que os americanos foram insuperáveis, nunca ninguém consegui produzir musicais melhores do que eles, pena que já não se fazem mais filmes como estes.