




O MuBE conta com apoio institucional de 3M, Stella Artois, Kettel One e BMW, viabilizado via ProAC / Governo do Estado de São Paulo.






Sprays químicos protegem este bombeiro da alta temperatura das chamas. Campo petrolífero Greater Burhan, Kuwait, 1991.
Sebastião Salgado © Sebastião Salgado/ Amazonas imagens

Sue, Debbie, Berlim, 1993
25/34 Photographes © Ralf Marsault/ Heino Müller

Da série Surfistas de trem, Rio de Janeiro, 1990
Rogério Reis © Rogério Reis

Da série O Invisível, 1976
Claudia Andujar © Claudia Andujar

Da série The Last Resort, New Brighton, 1983-1985
Martin Parr © Martin Parr/ Magnum/ Latinstock
Estética do limite é abordada em exposição de fotografias no Instituto Moreira Salles de São Paulo
Mostra reúne imagens de importantes fotógrafos brasileiros e internacionais da coleção da Maison Européene de
O Instituto Moreira Salles, em parceria com a MEP - Paris, abre no dia 20 de setembro, às 19h30, a exposição Extremos: fotografias na coleção da Maison Européene de
Na exposição, serão exibidas fotografias que, em seu tempo e a seu modo, tornaram-se ícones de situações extremas ao registrar o belo, o transcendente, entre outros temas que marcam a contemporaneidade. “Nossa época, que ama todos os tipos de excesso, a desmedida, o moralmente inadmissível, o horror, parece ter esgotado todos os recursos da emoção e do desejo de ver. Por meio dessa coleção, temos diante de nós não um espetáculo do pior, mas uma antologia do extremo, uma estética que só o pêndulo da história poderia, num ou noutro momento, representar”, explicam os curadores.
Deve-se ressaltar que, no período delimitado pelos trabalhos reunidos nesta exposição, ocorreram transformações radicais no âmbito da cultura e da comunicação, o que alterou a percepção que temos hoje do mundo e, consequentemente, da fotografia. “É nesse contexto de permanente transformação da fotografia que esta exposição deve ser apreciada, tanto por aquilo que traz de icônico e emblemático, quanto, por outro lado, pelo que eventualmente revela como fugaz e transitório, em função da própria dinâmica da vida, dos costumes e das culturas”, explica Sergio Burgi.
A exposição Extremos: fotografias na coleção da Maison Européene de
Veja a lista completa de fotógrafos que compõem a exposição (ordem alfabética): 25/34 Photographes, Alberto Ferreira, Andres Serrano, Ansel Adams, Bernard-Pierre Wolff, Bettina Rheims, Bill Brandt, Bruce Davidson, Claude Alexandre, Claudia Andujar, Claudia Jaguaribe, Christine Spengler, David Nebreda, Diane Arbus, Don McCullin, Duane Michals, Edward Weston, Elliott Erwitt, Emmet Gowin, Fouad Elkoury, Gabriele Basilico, George Dureau, George Robert Caron, Helmut Newton, Henri Cartier-Bresson, Irving Penn, Jean Depara, Jean-Philippe Charbonnier, Jeanloup Sieff, Joel-Peter Witkin, Larry Clark, Manuel Álvarez Bravo, Marc Riboud, Martial Cherrier, Martin Parr, Miguel Rio Branco, Neil Armstrong, Oumar Ly, Pierre et Gilles, Pierre Molinier, Pierre Verger, Raphaël Dallaporta, Raymond Depardon, Richard Avedon, Robert Frank, Robert Mapplethorpe, Rodrigo Braga, Roger F. Ballen, Rogério Reis, Sebastião Salgado, Seymour Jacobs, Shomei Tomatsu, Tony Ray-Jones, Touhami Ennadre, Valérie Belin, Vik Muniz.
| Extremos: fotografias na coleção da Maison Européene de 184 pp. 21 x ISBN 978-85-86707-69-8 R$75,00 |
Exposição Extremos: fotografias na coleção da Maison Européene de
Vernissage: 20 de setembro de 2011, às 19h30
Exposição: de 21 de setembro a 27 de novembro de 2011
Horário de visitação: de terça a sexta-feira, das 13h às 19h
Sábados e domingos, das 13h às 18h
Entrada franca.
Classificação: 14 anos
Instituto Moreira Salles - São Paulo
Rua Piauí, 844, 1° andar, Higienópolis.
Tel.: (11) 3825-2560
Instituto Moreira Salles
(11) 3371-4490
www.ims.com.br
| Dia(s) 06/08, 13/08, 20/08, 27/08
Sábados, às 11h |

![]() | LIVRE | ||||||||
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CAIXA CULTURAL SP APRESENTA A ORDEM OCULTA DE BERNARDO CID
Mais de cem peças formam um excepcional conjunto capaz de mostrar a grandiosidade do trabalho do artista
A Caixa Cultural São Paulo apresenta, entre os dias 23 de julho a 18 de setembro de
Composta por um conjunto de peças espalhadas em importantes acervos de instituições públicas e também por coleções particulares a mostra é considerada uma retrospectiva póstuma de Bernardo Cid (1925-1982), já que reúne 40 anos de trabalho artístico reverenciado por críticos e ocorre após quase três décadas do seu falecimento.
São mais de 100 peças expostas entre gravuras, desenhos, telas e esculturas, as quais, complementadas com as obras pertencentes ao acervo da família do artista, formam um excepcional conjunto capaz de mostrar a grandiosidade do trabalho do artista que, mesmo fora do circuito comercial, representa um grande expoente das artes plásticas brasileiras.
Apresentação
A exposição de Bernardo Cid homenageia um dos mais talentosos artistas plásticos das décadas de 60 e 70.
Autodidata, Cid começou a estudar pintura e desenho em 1945 e, já no início dos anos 50, passou a expor e receber o reconhecimento por meio de críticas e prêmios.
Seus cadernos e estudos em carvão, lápis e nanquim vêm comprovar que o desenho, como queria Mário de Andrade, é o fato(r) mais importante na produção artística.
Na gravura, onde se descobre excelente litógrafo, Cid ao sobrepor sobre as litografias, notícias e recortes de revistas e jornais usa e abusa da técnica da flotagem. Com isto, o artista retoma toda a tiragem e a renova, trabalhando-as, uma a uma.
Essa linguagem é magistralmente usada para criar peças de protesto durante os anos de repressão, que formam uma coleção exemplar desse período.
Sua pintura atravessa a nova figuração e, com o correr do tempo, vai aprimorando-se em telas de dimensões avantajadas, quase monocromáticas. O resultado plástico são duas séries de quadros extremamente entrosados na nova linguagem pictórica, exuberantes na construção dos seus personagens e temas e contrastantes na sua apresentação: uma série é totalmente terra e preto e a outra, fecunda, explode em azuis e verdes-água.
Artista:
Bernardo Cid (1925 - 1982) - Pintor, gravador, desenhista e escultor. Começa a pintar em 1945. Realiza em
Em 1968, integra o Grupo Austral, movimento artístico internacional sediado em Paris, ligado ao Phases. No ano seguinte é convidado por cineastas da National Film Board do Canadá para representar o artista brasileiro no documentário Comparaisons, veiculado pela TV Educativa.
Bernardo Cid participou do Salão Nacional de Arte Moderna, RJ, 1959; Bienal SP, 1959 e 1965; Salão Paulista de Arte Moderna, 1959 (Menção Honrosa, 1961; Prêmio Governador do Estado, 1968); Panorama da Arte Atual Brasileira, MAM SP, 1969 e 1976; Tradição e Ruptura: Síntese de Arte e Cultura Brasileiras, 1984; A Arte do Imaginário, Galeria Encontro das Artes, SP, 1985; 100 Obras Itaú, MASP, 1985; Bienal Brasil Século XX, Fund. Bienal -SP, 1994; Os Colecionadores - Guita e José Mindlin: Matrizes e Gravuras, FIESP,1998.
Curadoria: Sergio Pizoli
Produção: Glatt & Imagos
SERVIÇO:
Exposição “Fazer Arte - A Ordem Oculta de Bernardo Cid”
Abertura para convidados e imprensa: dia 23/07, às 11h e visita guiada com o curador às 12h
Visitação: de 23 de julho a 18 de setembro de 2011
Horário de visitação: de terça-feira a domingo, das 9h às 21h.
Local: CAIXA Cultural São Paulo (Sé) - Praça da Sé, 111 – Centro – São Paulo/SP
Informações, agendamento de visitas mediadas e translado (ônibus) para escolas públicas: (11) 3321-4400
Acesso para pessoas com necessidades especiais
Entrada: franca
Recomendação etária: livre
Patrocínio: Caixa Econômica Federal







LOUISE BOURGEOIS: O RETORNO DO DESEJO PROIBIDO
Abertura da Exposição: 07 de julho, às 20h – até 28 de agosto de 2011
Mesa Redonda, com o curador Philip Larratt-Smith, Eliane Robert Moraes e Cecília Almeida Salles (08 de julho), além de espetáculo de Denise Stoklos (23 e 24 de julho) completam a programação
A primeira grande individual de um dos mais emblemáticos nomes da arte no século XX chega à America do Sul por meio do Instituto Tomie Ohtake, responsável pela itinerância desta mostra, já realizada na Fundação Proa,
Com curadoria de Philip Larratt-Smith, organização do Studio Louise Bourgeois (Nova York) e realização do Instituto Tomie Ohtake, a mostra vincula a obra de Bourgeois a alguns dos conceitos mais importantes da psicanálise. A partir de mais de 1.000 folhas de papel, entre correspondências e escritos da artista, de 2004 e 2010, o curador investiga o legado psicanalítico em sua obra, na qual ela compartilha parte de traumas e desejos de cura. Este arquivo inédito, que detalha a relação de Bourgeois com o mundo exterior, confirma a centralidade da memória em seu processo criativo.
Composto de notas, registros de sonhos e anotações para esculturas, este repositório de textos, escritos no período em que a artista fez psicanálise, complementa os diários que manteve durante toda a vida. Segundo Larratt-Smith, os trabalhos de Bourgeois são formas que ela encontra para relacionar equivalentes plásticos a estados psicológicos. “Todas as obras foram escolhidas para destacar a persistente presença da psicanálise como força inspiradora e espaço de exploração em sua vida e obra”, diz o curador.
Imaginário autobiográfico, fantasmas do pai, ecos da infância, o ser mãe, a histeria, gênero e representação fálica, o fisiológico, a dimensão onírica e o inconsciente estão presentes em seus trabalhos que ativam um vocabulário ancorado em episódios de sua biografia, mas podem ressoar no corpo e na memória de qualquer espectador. Segundo Philip Larratt-Smith, os surrealistas encontraram uma via de acesso ao imaginário do sonho enquanto a espontaneidade do gesto dos expressionistas abstratos está ligada ao inconsciente, mas a arte de Bourgeois permite compreender de modo privilegiado a conexão entre o processo criativo e sua função catártica.
O curador destaca que, para Bourgeois, o artista, privado de poder na vida cotidiana, tem o dom da sublimação e se torna, portanto, onipotente durante o ato criativo, mas é também uma espécie de atormentado Sísifo, condenado a repetir o trauma infinitamente através da produção artística. Portanto, continua o curador, o processo criativo é assim uma forma de exorcismo, um modo de moderar as tensões e a agressão, um ato de catarse, além de ser, como a psicanálise, uma fonte de conhecimento. Ou ainda, como dizia a artista, “a arte é garantia de sanidade”.
Catálogo
LOUISE BOURGEOIS: O RETORNO DO DESEJO PROIBIDO
Por ocasião da exposição, será lançado pelo Instituto Tomie Ohtake em conjunto com Louise Bourgeois Studio um catálogo, com 480 páginas, em dois volumes, em um dos quais pela primeira vez se publica uma série de textos inéditos de Louise Bourgeois, sob a rigorosa seleção de Phillip Larratt-Smith. Estes escritos, amplamente citados, porém nunca antes reproduzidos, ilustram o pensamento da artista e seu vínculo com o processo psicanalítico. No outro volume está reunido o pensamento de destacados ensaístas e conhecedores da obra de Bourgeois, como o próprio curador, Donald Kuspit, Paul Verhaeghe e Julie de Ganck, entre outros, enriquecendo o viés psicanalítico que a exposição propõe (preço R$99,00).
Mesa Redonda
LOUISE BOURGEOIS: O RETORNO DO DESEJO PROIBIDO
08 de julho, às 19h (grátis)
Participação de Philip Larratt-Smith, Eliane Robert Moraes e Cecília de Almeida Salles
Philip Larratt-Smith é curador independente e escritor radicado
Eliane Robert Moraes é pesquisadora das relações entre literatura e erotismo, professora de Literatura Brasileira na FFLCH da Universidade de São Paulo (USP), e pesquisadora do CNPQ. Atua ainda como crítica literária, colaborando em jornais e revistas de São Paulo e do Rio de Janeiro. Entre suas publicações destacam-se diversos ensaios sobre o imaginário erótico nas artes e na literatura, e a tradução da História do Olho de Georges Bataille (Cosac & Naify, 2003). Publicou, dentre outros, os livros: Sade - A felicidade libertina (Imago, 1994), O Corpo impossível – A decomposição da figura humana, de Lautréamont a Bataille (Iluminuras/Fapesp, 2002), além de Lições de Sade – Ensaios sobre a imaginação libertina (Iluminuras, 2006).
Cecília Almeida Salles é mestre e doutora
Espetáculo de Denise Stoklos
LOUISE BOURGEOIS – FAÇO, DESFAÇO, REFAÇO
23 e 24 de julho, às 20h
Ingressos (grátis) devem ser retirados no Instituto Tomie Ohtake, de
Louise Bourgeois – Faço, Desfaço, Refaço de Denise Stoklos, antes de vir ao Brasil, em 2005, estreou no Teatro
Ficha Técnica: Concepção, Tradução e Adaptação do texto, Dramaturgia, Direção, Coreografia, Figurino, Iluminação e Atuação: Denise Stoklos. Texto, cenário e música: Louise Bourgeois. Curadores (New York): Jerry Gorovoy e Paulo Hernkenhoff. Assistência de direção (New York): Wilson Lória. Fotografia, ambientação cênica, vídeo (NY. e Brasil): Thais Stoklos Kignel. Música especial: rap “OTTE” composto e interpretado por Louise Bourgeois com música de Satch Hoyt e Raimuntcho Matta. Iluminação: Marcel Gilber Assistência de direção (Brasil) e Produção: Patrícia Torres.
Exposição: LOUISE BOURGEOIS: O RETORNO DO DESEJO PROIBIDO
Abertura 07 de julho, às 20h (para convidados):
De 08 de julho a 28 de agosto, terça a domingo das 11h às 20h – entrada franca
Instituto Tomie Ohtake
Av. Faria Lima, 201 (Entrada pela Rua Coropés) - Pinheiros SP Fone: 11.2245-1900
Informações à Imprensa
Marcy Junqueira – Pool de Comunicação
Contato: Martim Pelisson / Fone: 11.3032-1599
marcy@pooldecomunicacao.com.br / martim@pooldecomunicacao.com.br